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Fluxo laminar

Storyboard

>Modelo

ID:(879, 0)



Fluxo laminar, tinta

Descrição

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Uma forma eficaz de mostrar o fluxo laminar é injetar tinta em um fluxo usando uma agulha fina que não o perturbe. Essa técnica permite a visualização clara das camadas de fluido deslizando sem se misturar entre si. A tinta se dispersa no fluido de maneira ordenada, criando linhas distintas que revelam a direção e o padrão do fluxo laminar. Esse método é amplamente utilizado em experimentos e demonstrações para ilustrar visualmente as características e propriedades do fluxo laminar de maneira impactante.

ID:(7059, 0)



Imagens de fluxo laminar

Descrição

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A observação em laboratório mostra como a tinta desenha uma linha (neste caso, vermelha). Se o experimento for repetido em diferentes posições, é observado um padrão de camadas, indicando que o fluxo é laminar.

Líquidos que fluem de forma laminar apresentam um canal suave, sem a formação de redemoinhos ou movimentos laterais bruscos.

ID:(7060, 0)



Escoamento laminar em torno de uma esfera

Descrição

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Um exemplo de fluxo laminar ao redor de uma esfera demonstra que as camadas de fluido se movem mantendo sua paralelismo.

Aqui está uma imagem que ilustra o cálculo do fluxo entre duas placas e uma esfera/cilindro (link para a imagem: http://luxsignifer.blogspot.com/2016/10/hele-shaw-flow-past-circle.html).

Essa situação ocorre quando o número de Reynolds Re é menor que 5.

ID:(1889, 0)



Fluxo de mel

Descrição

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Existem líquidos que exibem um comportamento peculiar, pois parecem fluir em câmera lenta. Um exemplo clássico desse fenômeno é o mel.

A causa subjacente desse comportamento é a força viscosa que é gerada quando uma camada de líquido desliza ou se move em relação às suas camadas adjacentes. Essa força viscosa é proporcional à variação de velocidade entre as camadas do líquido dividida pela espessura da camada em consideração.

ID:(1655, 0)



Folhas no córrego

Conceito

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No fluxo laminar, camadas adjacentes se movem e existe uma força gerada pela viscosidade entre elas. A camada mais rápida arrasta sua vizinha mais lenta, enquanto a mais lenta restringe o avanço da mais rápida.

Portanto, a força la força viscosa (F_v) gerada por ($$) sobre a outra é uma função de ($$), ($$) e ($$), como mostrado na seguinte equação:

F_v =- S \eta \displaystyle\frac{ \Delta v }{ \Delta z }



ilustrado no seguinte diagrama:

ID:(7053, 0)



Força viscosa

Equação

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La força viscosa (F_v) pode ser calculado a partir de os superfícies paralelas (S), la viscosidade (\eta), la diferença de velocidade entre superfícies (\Delta v) e la distância entre superfícies (\Delta z) utilizando o seguinte método:

F_v =- S \eta \displaystyle\frac{ \Delta v }{ \Delta z }

\Delta v
Diferença de velocidade entre superfícies
m/s
5556
\Delta z
Distância entre superfícies
m
5436
F_v
Força viscosa
N
4979
S
Seção
m^2
5205
\eta
Viscosidade
Pa s
5422
F_v =- S * eta * Dv / Dz F_v =-2* pi * r * DL * eta *( dv / dr )DLDvDzF_vpirRSveta

ID:(3622, 0)



Fluir através de um cilindro

Conceito

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O fluxo laminar ao redor de um cilindro pode ser representado como múltiplas camadas cilíndricas deslizando sob a influência das camadas adjacentes. Nesse caso, la força viscosa (F_v) com o comprimento do tubo (\Delta L), la viscosidade (\eta) e as variáveis la posição radial no cilindro (r) e la velocidade em um raio do cilindro (v) é expresso como:

F_v =-2 \pi r \Delta L \eta \displaystyle\frac{ dv }{ dr }



A camada na borda em ($$) permanece estacionária devido ao efeito de borda e, através de la viscosidade (\eta), retarda a camada adjacente que possui velocidade.

O centro é a parte que se move em la taxa de fluxo máxima (v_{max}), arrastando a camada circundante. Por sua vez, essa camada arrasta a próxima e assim por diante até atingir a camada em contato com a parede do cilindro, que está estacionária.



Dessa forma, o sistema transfere energia do centro para a parede, gerando um perfil de velocidade representado por:

v = v_{max} \left(1-\displaystyle\frac{ r ^2}{ R ^2}\right)



com:

v_{max} =-\displaystyle\frac{ R ^2}{4 \eta }\displaystyle\frac{ \Delta p }{ \Delta L }

ID:(7057, 0)



Força viscosa, caixa do cilindro

Equação

>Top, >Modelo


No caso de um cilindro, a superfície é definida por comprimento do tubo (\Delta L) e pelo perímetro de cada um dos cilindros internos, que é calculado multiplicando 2\pi por o raio de posição em um tubo (r). Com isso, la força de resistência no cilindro (F_v) é calculada usando la viscosidade (\eta) e la variação de velocidade entre dois raios (dv) para a largura do cilindro o variação do raio em um tubo (dr), resultando em:

F_v =-2 \pi r \Delta L \eta \displaystyle\frac{ dv }{ dr }

\Delta L
Comprimento do tubo
m
5430
F_v
Força viscosa
N
4979
\pi
Pi
3.1415927
rad
5057
r
Posição radial no cilindro
m
5420
R
Raio do tubo
m
5417
v
Velocidade em um raio do cilindro
m/s
5449
\eta
Viscosidade
Pa s
5422
F_v =- S * eta * Dv / Dz F_v =-2* pi * r * DL * eta *( dv / dr )DLDvDzF_vpirRSveta

Como a força viscosa é

F_v =- S \eta \displaystyle\frac{ \Delta v }{ \Delta z }



e a superfície do cilindro é

S=2\pi R L



onde R é o raio e L é o comprimento do canal, a força viscosa pode ser expressa como

F_v =-2 \pi r \Delta L \eta \displaystyle\frac{ dv }{ dr }

onde \eta representa a viscosidade e dv/dr é o gradiente de velocidade entre a parede e o fluxo.

ID:(3623, 0)



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Video

Vídeo: Fluxo Laminar