
Fase gasosa, vapor de água
Conceito 
A fase gasosa, que no nosso caso corresponde ao vapor de água, é aquela em que os átomos podem se deslocar relativamente livremente.
Nesta fase, existe apenas uma interação mínima que pode afetar o comportamento dos átomos sem confiná-los significativamente.
ID:(15142, 0)

Fase líquida, água
Conceito 
A fase líquida, que no nosso caso corresponde à água, é aquela em que os átomos podem mover-se relativamente livremente, mantendo a sua unidade e adaptando-se à forma que os contém.
Nesta fase, não se observa nenhuma estrutura específica
ID:(15140, 0)

Fase sólida, gelo
Conceito 
A fase sólida, que no nosso caso corresponde ao gelo, é aquela em que os átomos não podem se deslocar relativamente, podendo apenas oscilar em torno de seu ponto de equilíbrio.
Nesta fase, pode-se observar uma estrutura que costuma ser cristalina e, portanto, regular.
ID:(15141, 0)

Diagrama de fase da água
Conceito 
Um dos diagramas de fase mais relevantes para o nosso planeta é o da água. Este diagrama apresenta as três fases clássicas: sólida, líquida e gasosa, além de várias fases com diferentes estruturas cristalinas do gelo.
A diferença significativa em relação a outros materiais é que, dentro de uma faixa de pressão que varia de 611 Pa a 209,9 MPa, o estado sólido ocupa um volume maior do que o estado líquido. Essa característica é refletida no diagrama de fase como uma inclinação negativa ao longo da linha de separação entre o estado sólido (gelo hexagonal) e o estado líquido (água).
Esse fenômeno pode ser explicado pela equação de Clausius-Clapeyron:
Neste caso, mostra uma variação negativa no volume:
\Delta v=v_{água}-v_{gelo}= 18,015,ml/mol-19,645,ml/mol=-1,63,ml/mol<0
Essa propriedade leva a situações em que, devido à falta de espaço para expansão, a água não congela, preservando a vida contida nela. Por outro lado, a pressão gerada pelo fato de o gelo ocupar mais volume é um dos principais mecanismos de erosão na Terra.
ID:(836, 0)

Medição de calor por evaporação
Imagem 
A medição do calor de vaporização é realizada aquecendo uma amostra, o que a faz evaporar, enquanto simultaneamente se mede o calor entregue à amostra. Em seguida, o vapor é resfriado e condensado, e a massa que originalmente evaporou é medida.
Dessa forma, podemos estimar a energia necessária para vaporizar uma massa específica, o que corresponde a calor latente (L) medido em joules por quilograma (J/kg) ou joules por mol (J/mol).
ID:(1662, 0)

Vapor de água
Conceito 
A fase gasosa da água corresponde ao que é conhecido como vapor de água. Ela é criada quando as moléculas de água adquirem energia cinética suficiente para escapar da fase líquida e começam a se mover pelo espaço acima do líquido. Periodicamente, as moléculas em estado gasoso colidem novamente com a superfície líquida e são capturadas, retornando ao estado líquido.
À medida que o número de moléculas em estado gasoso aumenta, também aumenta o número de moléculas que retornam ao estado líquido. Esse processo continua até que um equilíbrio seja alcançado entre as moléculas que deixam o líquido e as que são reabsorvidas. Nessa situação, diz-se que o espaço acima do líquido está saturado.
ID:(1010, 0)

Modelo
Top 

Parâmetros

Variáveis

Cálculos




Cálculos
Cálculos







Equações
dG =- S dT + V dp
dG =- S * dT + V * dp
dH = T dS + V dp
dH = T * dS + V * dp
\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ L }{ \Delta V T }
dp / dT = L /( DV * T )
\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ l_m }{ \Delta v_m T }
dp / dT = l_m /( Dv_m * T )
\delta Q = T dS
dQ = T * dS
dU = \delta Q - \delta W
dU = dQ - dW
dU = T dS - p dV
dU = T * dS - p * dV
\delta W = p dV
dW = p * dV
H = U + p V
H = U + p * V
l_m \equiv\displaystyle\frac{ L }{ M_m }
l_m = L / M_m
p = c_m R T
p = c_m * R * T
p_s = p_{ref} e^{- l_m / R T }
p_s = p_ref *exp(- l_m / R * T )
RH =\displaystyle\frac{ c_v }{ c_s }
RH = c_v / c_s
RH =\displaystyle\frac{ p_v }{ p_s }
RH = p_v / p_s
ID:(15231, 0)

Primeira lei da termodinâmica
Equação 
O diferencial de energia interna (dU) é sempre igual à quantidade de o diferencial de calor impreciso (\delta Q) fornecida ao sistema (positiva) menos a quantidade de o diferencial de trabalho impreciso (\delta W) realizada pelo sistema (negativa):
![]() |
ID:(9632, 0)

Trabalhe dependendo do volume
Equação 
Analogamente à definição do trabalho dW na mecânica:
\delta W = F dx |
que é definido em termos da força F e do deslocamento dx, na termodinâmica, trabalhamos com a expressão do trabalho em função da pressão p e da variação de volume dV:
![]() |
ID:(9634, 0)

Segunda lei da termodinâmica
Equação 
O diferencial de calor impreciso (\delta Q) é igual a la temperatura absoluta (T) vezes la variação de entropia (dS):
![]() |
ID:(9639, 0)

Energia Interna: razão diferencial
Equação 
A dependência de o diferencial de energia interna (dU) de la pressão (p) e la variação de volume (dV), além de la temperatura absoluta (T) e la variação de entropia (dS) , É dado por:
![]() |
Uma vez que o diferencial de energia interna (dU) depende de o diferencial de calor impreciso (\delta Q), la pressão (p), e la variação de volume (dV) de acordo com a equação:
dU = \delta Q - p dV |
e a expressão da segunda lei da termodinâmica com la temperatura absoluta (T) e la variação de entropia (dS) como:
\delta Q = T dS |
podemos concluir que:
dU = T dS - p dV |
.
ID:(3471, 0)

Entalpia
Equação 
La entalpia (H) é definido como a soma de la energia interna (U) e a energia de formação. Esta última corresponde ao trabalho realizado na formação, que é igual a pV com la pressão (p) e o volume (V). Portanto, temos:
![]() |
ID:(3536, 0)

Relação de entalpia diferencial
Equação 
A dependência de o diferencial de entalpia (dH) de la temperatura absoluta (T) e la variação de entropia (dS), além de o volume (V) e la variação de pressão (dp) , É dado por:
![]() |
Se diferenciarmos a definição de la entalpia (H), que depende de la energia interna (U), la pressão (p) e o volume (V), de acordo com:
H = U + p V |
obtemos:
dH = dU + Vdp + pdV
usando o diferencial de entalpia (dH), o diferencial de energia interna (dU), la variação de pressão (dp) e la variação de volume (dV).
Ao diferenciar la energia interna (U) em relação a la temperatura absoluta (T) e la entropia (S),
U = T S - p V |
obtemos:
dU = T dS - p dV |
com o diferencial de energia interna (dU) e la variação de entropia (dS).
Portanto, concluímos finalmente que:
dH = T dS + V dp |
ID:(3473, 0)

Energia livre de Gibbs como diferencial
Equação 
A dependência de ($$) de la entropia (S) e la variação de temperatura (dT), além de o volume (V) e la variação de pressão (dp) , É dado por:
![]() |
La energia livre de Gibbs (G) em função de la entalpia (H), la entropia (S) e la temperatura absoluta (T) é expresso da seguinte forma:
G = H - T S |
O valor de o diferencial de energia livre de Gibbs (dG) é determinado usando o diferencial de entalpia (dH), la variação de temperatura (dT) e la variação de entropia (dS) através da equação:
dG=dH-SdT-TdS
Uma vez que o diferencial de entalpia (dH) está relacionado com o volume (V) e la variação de pressão (dp) da seguinte forma:
dH = T dS + V dp |
Segue-se que o diferencial de entalpia (dH), la variação de entropia (dS) e la variação de pressão (dp) estão interligados da seguinte maneira:
dG =- S dT + V dp |
ID:(3541, 0)

Lei de Clausius Clapeyron
Equação 
A lei Clausius-Clapeyron estabelece uma relação entre la variação de pressão (dp) e la variação de temperatura (dT) com o calor latente (L), la temperatura absoluta (T) e ($$)5239 < /var> da seguinte maneira:
![]() |
Se o diferencial de energia livre de Gibbs (dG) é constante, significa que, para la variação de pressão (dp) e la variação de temperatura (dT), os valores de la entropia (S) e o volume (V) na fase 1
dG = -S_1dT+V_1dp
e la entropia (S) e o volume (V) na fase 2
dG = -S_2dT+V_2dp
resultam em
\displaystyle\frac{dp}{dT}=\displaystyle\frac{S_2-S_1}{V_2-V_1}
A mudança em la entropia (S) entre ambas as fases corresponde a o calor latente (L) dividido por la temperatura absoluta (T):
S_2 - S_1 =\displaystyle\frac{ L }{ T }
Assim, com a definição de la variação de volume na mudança de fase (\Delta V)
\Delta V \equiv V_2 - V_1
obtemos
\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ L }{ \Delta V T } |
ID:(12824, 0)

Lei molar de Clausius Clapeyron
Equação 
A equação de Clausius-Clapeyron estabelece uma relação entre la variação de pressão (dp) e la variação de temperatura (dT) com la temperatura absoluta (T), o calor latente molar (l_m) e ($$)9868 < /var> da seguinte maneira:
![]() |
Com a lei de Clausius-Clapeyron, que depende de la variação de pressão (dp), la variação de temperatura (dT), o calor latente (L), la variação de volume na mudança de fase (\Delta V) e la temperatura absoluta (T), expressa como:
\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ L }{ \Delta V T } |
e a definição de o calor latente molar (l_m), onde o calor latente (L) está relacionado a la massa molar (M_m) da seguinte forma:
l_m \equiv\displaystyle\frac{ L }{ M_m } |
e o variação do volume molar durante a mudança de fase (\Delta v_m), onde la variação de volume na mudança de fase (\Delta V) está relacionado a la massa molar (M_m) da seguinte forma:
\Delta v_m =\displaystyle\frac{ \Delta V }{ M_m } |
obtemos:
\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ l_m }{ \Delta v_m T } |
ID:(12822, 0)

Quantidade de vapor de água
Conceito 
Quando la variação de volume na mudança de fase (\Delta V) muda de fase de um líquido para um gás, pode ser expresso como:
\Delta V = V_{\text{gás}} - V_{\text{líquido}}
Dado que o volume do gás é significativamente maior do que o do líquido,
V_{\text{gás}} \gg V_{\text{líquido}}
podemos aproximar:
\Delta V \approx V_{\text{gás}}
Como o vapor de água se comporta de maneira semelhante a um gás ideal, podemos afirmar que com os valores de la constante de gás universal (R), o número de moles (n), la temperatura absoluta (T) e la pressão de vapor de água insaturada (p_v):
portanto, la variação de volume na mudança de fase (\Delta V) é:
\Delta V = \displaystyle\frac{nRT}{p_v}
ID:(3185, 0)

Pressão de vapor de água saturada
Equação 
La pressão de vapor de água saturada (p_s) pode ser calculado usando la pressão de referência (p_{ref}), la constante de gás universal (R), la temperatura absoluta (T) e o calor latente molar (l_m) de acordo com o seguinte fórmula:
![]() |
Usando a equação de Clausius-Clapeyron para o gradiente de la pressão (p) em relação a la temperatura absoluta (T), que depende de o calor latente (L) e la variação de volume na mudança de fase (\Delta V):
\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ L }{ \Delta V T } |
No caso da mudança de fase de líquido para gás, podemos assumir que a mudança de volume é aproximadamente igual ao volume do vapor. Portanto, podemos empregar a equação dos gases ideais com o número de moles (n), o volume (V), la constante de gás universal (R) e la pressão de vapor de água insaturada (p_v):
$$ |
Uma vez que a equação de Clausius-Clapeyron pode ser escrita como:
\displaystyle\frac{dp}{dT}=\displaystyle\frac{L}{n}\displaystyle\frac{p}{R T^2}
Onde o calor latente molar (l_m) (l_m = L/n) corresponde à mudança de entalpia durante a mudança de fase h (a energia necessária para formar água), nós finalmente obtemos:
\displaystyle\frac{dp}{dT}=l_m\displaystyle\frac{p}{RT^2}
Se integramos esta equação entre la pressão de vapor de água saturada (p_s) e a pressão no ponto
p_s=p_0e^{l_m/RT_0}e^{-l_m/RT}
Se avaliarmos esta expressão com os dados no ponto crítico:
p_{ref}=p_0e^{l_m/RT_0}
Nós finalmente temos:
p_s = p_{ref} e^{- l_m / R T } |
ID:(3182, 0)

Umidade relativa, concentração
Equação 
La relation entre la concentração de moléculas de vapor de água (c_v) et concentração de vapor de água saturado (c_s) est appelée la umidade relativa (RH). En d'autres termes, lorsque l'humidité relative atteint 100 %, la concentration existante est égale à la concentration saturée.
![]() |
ID:(3175, 0)

Pressão em função da concentração molar
Equação 
La pressão (p) pode ser calculado a partir de la concentração molar (c_m) utilizando la temperatura absoluta (T) e la constante de gás universal (R) da seguinte maneira:
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Quando la pressão (p) se comporta como um gás ideal, cumprindo com o volume (V), o número de moles (n), la temperatura absoluta (T) e la constante de gás universal (R), a equação dos gases ideais:
p V = n R T |
e a definição de la concentração molar (c_m):
c_m \equiv\displaystyle\frac{ n }{ V } |
levam à seguinte relação:
p = c_m R T |
ID:(4479, 0)

Pressão de vapor de água
Equação 
La umidade relativa (RH) pode ser expresso em termos de la pressão de vapor de água insaturada (p_v) e la pressão de vapor de água saturada (p_s) como segue:
![]() |
A relação entre la umidade relativa (RH) com la concentração de moléculas de vapor de água (c_v) e concentração de vapor de água saturado (c_s) é expressa como:
RH =\displaystyle\frac{ c_v }{ c_s } |
e relacionando la pressão (p) com la concentração molar (c_m), la temperatura absoluta (T) e la constante de gás universal (R), obtemos:
p = c_m R T |
Isso se aplica à pressão de vapor de água, onde:
p_v = c_v R T
e à pressão de vapor saturada de água:
p_s = c_s R T
resultando na seguinte equação:
RH =\displaystyle\frac{ p_v }{ p_s } |
ID:(4478, 0)