
Fluxo interior e erosão
Storyboard 
O fluxo interno ocorre através dos capilares formados entre as partículas do solo. Sempre que esses capilares têm dimensões maiores do que as das pequenas placas de argila, existe o risco de que essas partículas de argila sejam arrastadas por esse fluxo. Se isso acontecer, o solo poderá perder parte de seu teor de argila, o que afetaria suas propriedades mecânicas, estabilidade e suporte para a vida orgânica.
ID:(379, 0)

Densidade de energia
Equação 
Uma vez que um fluido ou gás é um contínuo, o conceito de energia já não pode ser associado a uma massa específica. No entanto, é possível considerar a energia contida num volume do contínuo e, ao dividir pela própria volume, obtemos la densidade de energia (e). Portanto, com la densidade (\rho), la velocidade em um raio do cilindro (v), la altura da coluna (h), la aceleração gravitacional (g) e la pressão da coluna de água (p), temos:
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Outra equação útil é aquela que corresponde à conservação de energia, a qual é aplicável em casos em que a viscosidade, um processo que resulta em perda de energia, pode ser negligenciada. Se considerarmos a equação clássica da energia E, que leva em conta a energia cinética, a energia potencial gravitacional e uma força externa que desloca o líquido por uma distância \Delta z, podemos expressá-la da seguinte forma:
E=\displaystyle\frac{m}{2}v^2+mgh+F\Delta x
Se considerarmos a energia em um volume \Delta x\Delta y\Delta z, podemos substituir a massa por:
m=\rho \Delta x\Delta y\Delta z
E como a pressão é dada por:
F=p \Delta S =p \Delta y\Delta z
Obtemos a equação para a densidade de energia:
e =\displaystyle\frac{1}{2} \rho v ^2+ \rho g h + p |
o que corresponde à equação de Bernoulli.
ID:(3159, 0)

Equação geral de Bernoulli
Equação 
Com la velocidade média do fluido no ponto 1 (v_1), la hauteur ou profondeur 1 (h_1) e la pressão na coluna 1 (p_1) representando a velocidade, altura e pressão no ponto 1, respectivamente, e la velocidade média do fluido no ponto 2 (v_2), la hauteur ou profondeur 2 (h_2) e la pressão na coluna 2 (p_2) representando a velocidade, altura e pressão no ponto 2, respectivamente, temos:
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Se assumirmos que la densidade de energia (e) é conservado, podemos afirmar que para uma célula onde a velocidade média é La velocidade em um raio do cilindro (v), a densidade é La densidade (\rho), a pressão é La pressão da coluna de água (p), a altura é La altura da coluna (h) e a aceleração gravitacional é La aceleração gravitacional (g), temos o seguinte:
e =\displaystyle\frac{1}{2} \rho v ^2+ \rho g h + p |
Em um ponto 1, essa equação será igual à mesma equação em um ponto 2:
e(v_1,p_1,h_1)=e(v_2,p_2,h_2)
onde la velocidade média do fluido no ponto 1 (v_1), la hauteur ou profondeur 1 (h_1) e la pressão na coluna 1 (p_1) representam a velocidade, altura e pressão no ponto 1, respectivamente, e la velocidade média do fluido no ponto 2 (v_2), la hauteur ou profondeur 2 (h_2) e la pressão na coluna 2 (p_2) representam a velocidade, altura e pressão no ponto 2, respectivamente. Portanto, temos:
\displaystyle\frac{1}{2} \rho v_1 ^2+ \rho g h_1 + p_1 =\displaystyle\frac{1}{2} \rho v_2 ^2+ \rho g h_2 + p_2 |
ID:(4504, 0)

Equação de Bernoulli, variações
Equação 
($$) pode ser calculado a partir de la velocidade média (\bar{v}) e la diferença de velocidade entre superfícies (\Delta v) com la densidade (\rho) usando
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No caso em que não há pressão hisstrostática, aplica-se a lei de Bernoulli para la densidade (\rho), la pressão na coluna 1 (p_1), la pressão na coluna 2 (p_2), la velocidade média do fluido no ponto 1 (v_1) e < var>5416
\displaystyle\frac{1}{2} \rho v_1 ^2 + p_1 =\displaystyle\frac{1}{2} \rho v_2 ^2 + p_2 |
\Delta p = p_2 - p_1 |
e tendo em mente que
v_2^2 - v_1^2 = \displaystyle\frac{1}{2}(v_2-v_1)(v_1+v_2)
com
\bar{v} = \displaystyle\frac{ v_1 + v_2 }{2} |
e
\Delta v = v_2 - v_1 |
se tem que
\Delta p = - \rho \bar{v} \Delta v |
o que nos permite ver o efeito da velocidade média de um corpo e a diferença entre suas superfícies, como observado na asa de um avião ou de um pássaro.
ID:(4835, 0)

Fluxo de acordo com a equação de Hagen-Poiseuille
Conceito 
O perfil de la velocidade em um raio do cilindro (v) em o raio de posição em um tubo (r) nos permite calcular o fluxo de volume (J_V) em um tubo através da integração de toda a superfície, o que nos leva à conhecida lei de Hagen-Poiseuille.
O resultado é uma equação que depende de raio do tubo (R) elevado à quarta potência. No entanto, é fundamental observar que este perfil de fluxo só é válido no caso de um fluxo laminar.
Assim, com isso, deduz-se de la viscosidade (\eta) que o fluxo de volume (J_V) diante de um comprimento do tubo (\Delta L) e ($$), a expressão:
J_V =-\displaystyle\frac{ \pi R ^4}{8 \eta }\displaystyle\frac{ \Delta p }{ \Delta L } |
Os artigos originais que deram origem a esta lei com um nome combinado foram:
"Ueber die Gesetze, welche des der Strom des Wassers in röhrenförmigen Gefässen bestimmen" (Sobre as leis que regem o fluxo da água em recipientes cilíndricos), Gotthilf Hagen, Annalen der Physik und Chemie 46:423442 (1839).
"Recherches expérimentales sur le mouvement des liquides dans les tubes de très-petits diamètres" (Pesquisa experimental sobre o movimento de líquidos em tubos de diâmetros muito pequenos), Jean-Louis-Marie Poiseuille, Comptes Rendus de l'Académie des Sciences 9:433544 (1840).
ID:(2216, 0)

Perfil de velocidade de um fluxo através de um cilindro
Equação 
Ao resolver a equação de fluxo com a condição de contorno, obtemos la velocidade em um raio do cilindro (v) como uma função de o raio de curvatura (r), representada por uma parábola centrada em la taxa de fluxo máxima (v_{max}) e igual a zero em o raio do tubo (R):
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Quando uma la diferença de pressão (\Delta p_s) age sobre uma seção com uma área de \pi R^2, com o raio do tubo (R) como o raio de curvatura (r), ela gera uma força representada por:
\pi r^2 \Delta p
Essa força impulsiona o líquido contra a resistência viscosa, dada por:
Ao igualarmos essas duas forças, obtemos:
\pi r^2 \Delta p = \eta 2\pi r \Delta L \displaystyle\frac{dv}{dr}
O que nos leva à equação:
\displaystyle\frac{dv}{dr} = \displaystyle\frac{1}{2\eta}\displaystyle\frac{\Delta p}{\Delta L} r
Se integrarmos essa equação de uma posição definida por o raio de curvatura (r) até a borda onde o raio do tubo (R) está (levando em consideração que a velocidade na borda é zero), podemos obter la velocidade em um raio do cilindro (v) como função de o raio de curvatura (r):
Onde:
é La taxa de fluxo máxima (v_{max}) no centro do fluxo.
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ID:(3627, 0)

Velocidade máxima no fluxo através de um cilindro
Equação 
O valor de la taxa de fluxo máxima (v_{max}) no centro de um cilindro depende de la viscosidade (\eta), o raio do tubo (R) e do gradiente criado por la diferença de pressão (\Delta p_s) e o comprimento do tubo (\Delta L), conforme representado abaixo:
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O sinal negativo indica que o fluxo sempre ocorre na direção oposta ao gradiente, ou seja, da área de maior pressão para a área de menor pressão.
ID:(3628, 0)