Utilizador:

Vapor de água no solo

Storyboard

>Modelo

ID:(377, 0)


Mecanismos

Descrição


ID:(15211, 0)


Fase gasosa, vapor de água

Descrição

A fase gasosa, que no nosso caso corresponde ao vapor de água, é aquela em que os átomos podem se deslocar relativamente livremente.



Nesta fase, existe apenas uma interação mínima que pode afetar o comportamento dos átomos sem confiná-los significativamente.

ID:(15142, 0)


Fase líquida, água

Descrição

A fase líquida, que no nosso caso corresponde à água, é aquela em que os átomos podem mover-se relativamente livremente, mantendo a sua unidade e adaptando-se à forma que os contém.



Nesta fase, não se observa nenhuma estrutura específica

ID:(15140, 0)


Fase sólida, gelo

Descrição

A fase sólida, que no nosso caso corresponde ao gelo, é aquela em que os átomos não podem se deslocar relativamente, podendo apenas oscilar em torno de seu ponto de equilíbrio.



Nesta fase, pode-se observar uma estrutura que costuma ser cristalina e, portanto, regular.

ID:(15141, 0)


Diagrama de fase da água

Descrição

Um dos diagramas de fase mais relevantes para o nosso planeta é o da água. Este diagrama apresenta as três fases clássicas: sólida, líquida e gasosa, além de várias fases com diferentes estruturas cristalinas do gelo.



A diferença significativa em relação a outros materiais é que, dentro de uma faixa de pressão que varia de 611 Pa a 209,9 MPa, o estado sólido ocupa um volume maior do que o estado líquido. Essa característica é refletida no diagrama de fase como uma inclinação negativa ao longo da linha de separação entre o estado sólido (gelo hexagonal) e o estado líquido (água).

Esse fenômeno pode ser explicado pela equação de Clausius-Clapeyron:

$$



Neste caso, mostra uma variação negativa no volume:

$\Delta v=v_{água}-v_{gelo}= 18,015,ml/mol-19,645,ml/mol=-1,63,ml/mol<0$



Essa propriedade leva a situações em que, devido à falta de espaço para expansão, a água não congela, preservando a vida contida nela. Por outro lado, a pressão gerada pelo fato de o gelo ocupar mais volume é um dos principais mecanismos de erosão na Terra.

ID:(836, 0)


Medição de calor por evaporação

Descrição

A medição do calor de vaporização é realizada aquecendo uma amostra, o que a faz evaporar, enquanto simultaneamente se mede o calor entregue à amostra. Em seguida, o vapor é resfriado e condensado, e a massa que originalmente evaporou é medida.



Dessa forma, podemos estimar a energia necessária para vaporizar uma massa específica, o que corresponde a ERROR:5238,0 medido em joules por quilograma (J/kg) ou joules por mol (J/mol).

ID:(1662, 0)


Vapor de água

Descrição

A fase gasosa da água corresponde ao que é conhecido como vapor de água. Ela é criada quando as moléculas de água adquirem energia cinética suficiente para escapar da fase líquida e começam a se mover pelo espaço acima do líquido. Periodicamente, as moléculas em estado gasoso colidem novamente com a superfície líquida e são capturadas, retornando ao estado líquido.



À medida que o número de moléculas em estado gasoso aumenta, também aumenta o número de moléculas que retornam ao estado líquido. Esse processo continua até que um equilíbrio seja alcançado entre as moléculas que deixam o líquido e as que são reabsorvidas. Nessa situação, diz-se que o espaço acima do líquido está saturado.

ID:(1010, 0)


Modelo

Descrição


ID:(15231, 0)


Quantidade de vapor de água

Descrição

Quando la variação de volume na mudança de fase ($\Delta V$) muda de fase de um líquido para um gás, pode ser expresso como:

$\Delta V = V_{\text{gás}} - V_{\text{líquido}}$



Dado que o volume do gás é significativamente maior do que o do líquido,

$V_{\text{gás}} \gg V_{\text{líquido}}$



podemos aproximar:

$\Delta V \approx V_{\text{gás}}$



Como o vapor de água se comporta de maneira semelhante a um gás ideal, podemos afirmar que com os valores de la constante de gás universal ($R_C$), o número de moles ($n$), la temperatura absoluta ($T$) e la pressão de vapor de água insaturada ($p_v$):

$ p V = n R_C T $



portanto, la variação de volume na mudança de fase ($\Delta V$) é:

$\Delta V = \displaystyle\frac{nRT}{p_v}$


ID:(3185, 0)


Vapor de água no solo

Descrição

Variáveis

Símbolo
Texto
Variáve
Valor
Unidades
Calcular
Valeur MKS
Unidades MKS
$L$
L
Calor latente
J/kg
$l_m$
l_m
Calor latente molar
J/mol
$c_v$
c_v
Concentração de moléculas de vapor de água
mol/m^3
$c_s$
c_s
Concentração de vapor de água saturado
mol/m^3
$c_m$
c_m
Concentração molar
mol/m^3
$\delta Q$
dQ
Diferencial de calor impreciso
J
$dH$
dH
Diferencial de entalpia
J
$\delta W$
dW
Diferencial de trabalho impreciso
J
$U$
U
Energia interna
J
$H$
H
Entalpia
J
$S$
S
Entropia
J/K
$M_m$
M_m
Massa molar
kg/mol
$p$
p
Pressão
Pa
$p_{ref}$
p_ref
Pressão de referência
Pa
$p_v$
p_v
Pressão de vapor de água insaturada
Pa
$p_s$
p_s
Pressão de vapor de água saturada
Pa
$T$
T
Temperatura absoluta
K
$RH$
RH
Umidade relativa
%
$dU$
dU
Variação da energia interna
J
$dS$
dS
Variação de entropia
J/K
$dp$
dp
Variação de pressão
Pa
$dT$
dT
Variação de temperatura
K
$\Delta V$
DV
Variação de volume
m^3
$\Delta V$
DV
Variação de volume na mudança de fase
m^3
$\Delta v_m$
Dv_m
Variação do volume molar durante a mudança de fase
m^3/mol
$V$
V
Volume
m^3

Cálculos


Primeiro, selecione a equação:   para ,  depois, selecione a variável:   para 

Símbolo
Equação
Resolvido
Traduzido

Cálculos

Símbolo
Equação
Resolvido
Traduzido

 Variáve   Dado   Calcular   Objetivo :   Equação   A ser usado



Equações

Usando a equa o de Clausius-Clapeyron para o gradiente de la pressão ($p$) em rela o a la temperatura absoluta ($T$), que depende de o calor latente ($L$) e la variação de volume na mudança de fase ($\Delta V$):

$\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ L }{ \Delta V T }$



No caso da mudan a de fase de l quido para g s, podemos assumir que a mudan a de volume aproximadamente igual ao volume do vapor. Portanto, podemos empregar a equa o dos gases ideais com o número de moles ($n$), o volume ($V$), la constante de gás universal ($R_C$) e la pressão de vapor de água insaturada ($p_v$):

$$



Uma vez que a equa o de Clausius-Clapeyron pode ser escrita como:

$\displaystyle\frac{dp}{dT}=\displaystyle\frac{L}{n}\displaystyle\frac{p}{R T^2}$



Onde o calor latente molar ($l_m$) ($l_m = L/n$) corresponde mudan a de entalpia durante a mudan a de fase h (a energia necess ria para formar gua), n s finalmente obtemos:

$\displaystyle\frac{dp}{dT}=l_m\displaystyle\frac{p}{RT^2}$



Se integramos esta equa o entre la pressão de vapor de água saturada ($p_s$) e a press o no ponto p_0 temperatura T_0, obtemos:

$p_s=p_0e^{l_m/RT_0}e^{-l_m/RT}$



Se avaliarmos esta express o com os dados no ponto cr tico:

$p_{ref}=p_0e^{l_m/RT_0}$



N s finalmente temos:

$ p_s = p_{ref} e^{- l_m / R_C T }$


(ID 3182)

Uma vez que o diferencial de energia interna ($dU$) depende de o diferencial de calor impreciso ($\delta Q$), la pressão ($p$), e la variação de volume ($\Delta V$) de acordo com a equa o:

$ dU = \delta Q - p dV $



e a express o da segunda lei da termodin mica com la temperatura absoluta ($T$) e la variação de entropia ($dS$) como:

$ \delta Q = T dS $



podemos concluir que:

$ dU = T dS - p dV $


(ID 3471)

Se diferenciarmos a defini o de la entalpia ($H$), que depende de la energia interna ($U$), la pressão ($p$) e o volume ($V$), de acordo com:

$ H = U + p V $



obtemos:

$dH = dU + Vdp + pdV$



usando o diferencial de entalpia ($dH$), o diferencial de energia interna ($dU$), la variação de pressão ($dp$) e la variação de volume ($\Delta V$).

Ao diferenciar la energia interna ($U$) em rela o a la temperatura absoluta ($T$) e la entropia ($S$),

$ U = T S - p V $



obtemos:

$ dU = T dS - p dV $



com o diferencial de energia interna ($dU$) e la variação de entropia ($dS$).

Portanto, conclu mos finalmente que:

$ dH = T dS + V dp $


(ID 3473)

La energia livre de Gibbs ($G$) em fun o de la entalpia ($H$), la entropia ($S$) e la temperatura absoluta ($T$) expresso da seguinte forma:

$ G = H - T S $



O valor de o diferencial de energia livre de Gibbs ($dG$) determinado usando o diferencial de entalpia ($dH$), la variação de temperatura ($dT$) e la variação de entropia ($dS$) atrav s da equa o:

$dG=dH-SdT-TdS$



Uma vez que o diferencial de entalpia ($dH$) est relacionado com o volume ($V$) e la variação de pressão ($dp$) da seguinte forma:

$ dH = T dS + V dp $



Segue-se que o diferencial de entalpia ($dH$), la variação de entropia ($dS$) e la variação de pressão ($dp$) est o interligados da seguinte maneira:

$ dG =- S dT + V dp $


(ID 3541)

A rela o entre la umidade relativa ($RH$) com la concentração de moléculas de vapor de água ($c_v$) e ERROR:4952,0 expressa como:

$ RH =\displaystyle\frac{ c_v }{ c_s }$



e relacionando la pressão ($p$) com la concentração molar ($c_m$), la temperatura absoluta ($T$) e la constante de gás universal ($R_C$), obtemos:

$ p = c_m R_C T $



Isso se aplica press o de vapor de gua, onde:

$p_v = c_v R T$



e press o de vapor saturada de gua:

$p_s = c_s R T$



resultando na seguinte equa o:

$ RH =\displaystyle\frac{ p_v }{ p_s }$


(ID 4478)

Quando la pressão ($p$) se comporta como um g s ideal, cumprindo com o volume ($V$), o número de moles ($n$), la temperatura absoluta ($T$) e la constante de gás universal ($R_C$), a equa o dos gases ideais:

$ p V = n R_C T $



e a defini o de la concentração molar ($c_m$):

$ c_m \equiv\displaystyle\frac{ n }{ V }$



levam seguinte rela o:

$ p = c_m R_C T $



(ID 4479)

Com a lei de Clausius-Clapeyron, que depende de la variação de pressão ($dp$), la variação de temperatura ($dT$), o calor latente ($L$), la variação de volume na mudança de fase ($\Delta V$) e la temperatura absoluta ($T$), expressa como:

$\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ L }{ \Delta V T }$



e a defini o de o calor latente molar ($l_m$), onde o calor latente ($L$) est relacionado a la massa molar ($M_m$) da seguinte forma:

$ l_m \equiv\displaystyle\frac{ L }{ M_m }$



e o variação do volume molar durante a mudança de fase ($\Delta v_m$), onde la variação de volume na mudança de fase ($\Delta V$) est relacionado a la massa molar ($M_m$) da seguinte forma:

$\Delta v_m =\displaystyle\frac{ \Delta V }{ M_m }$



obtemos:

$\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ l_m }{ \Delta v_m T }$


(ID 12822)

Se o diferencial de energia livre de Gibbs ($dG$) constante, significa que, para la variação de pressão ($dp$) e la variação de temperatura ($dT$), os valores de la entropia ($S$) e o volume ($V$) na fase 1

$dG = -S_1dT+V_1dp$



e la entropia ($S$) e o volume ($V$) na fase 2

$dG = -S_2dT+V_2dp$



resultam em

$\displaystyle\frac{dp}{dT}=\displaystyle\frac{S_2-S_1}{V_2-V_1}$



A mudan a em la entropia ($S$) entre ambas as fases corresponde a o calor latente ($L$) dividido por la temperatura absoluta ($T$):

$S_2 - S_1 =\displaystyle\frac{ L }{ T }$



Assim, com a defini o de la variação de volume na mudança de fase ($\Delta V$)

$\Delta V \equiv V_2 - V_1$



obtemos

$\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ L }{ \Delta V T }$


(ID 12824)


Exemplos


(ID 15211)

A fase gasosa, que no nosso caso corresponde ao vapor de gua, aquela em que os tomos podem se deslocar relativamente livremente.



Nesta fase, existe apenas uma intera o m nima que pode afetar o comportamento dos tomos sem confin -los significativamente.

(ID 15142)

A fase l quida, que no nosso caso corresponde gua, aquela em que os tomos podem mover-se relativamente livremente, mantendo a sua unidade e adaptando-se forma que os cont m.



Nesta fase, n o se observa nenhuma estrutura espec fica

(ID 15140)

A fase s lida, que no nosso caso corresponde ao gelo, aquela em que os tomos n o podem se deslocar relativamente, podendo apenas oscilar em torno de seu ponto de equil brio.



Nesta fase, pode-se observar uma estrutura que costuma ser cristalina e, portanto, regular.

(ID 15141)

Um dos diagramas de fase mais relevantes para o nosso planeta o da gua. Este diagrama apresenta as tr s fases cl ssicas: s lida, l quida e gasosa, al m de v rias fases com diferentes estruturas cristalinas do gelo.



A diferen a significativa em rela o a outros materiais que, dentro de uma faixa de press o que varia de 611 Pa a 209,9 MPa, o estado s lido ocupa um volume maior do que o estado l quido. Essa caracter stica refletida no diagrama de fase como uma inclina o negativa ao longo da linha de separa o entre o estado s lido (gelo hexagonal) e o estado l quido ( gua).

Esse fen meno pode ser explicado pela equa o de Clausius-Clapeyron:

$$



Neste caso, mostra uma varia o negativa no volume:

$\Delta v=v_{ gua}-v_{gelo}= 18,015,ml/mol-19,645,ml/mol=-1,63,ml/mol<0$



Essa propriedade leva a situa es em que, devido falta de espa o para expans o, a gua n o congela, preservando a vida contida nela. Por outro lado, a press o gerada pelo fato de o gelo ocupar mais volume um dos principais mecanismos de eros o na Terra.

(ID 836)

A medi o do calor de vaporiza o realizada aquecendo uma amostra, o que a faz evaporar, enquanto simultaneamente se mede o calor entregue amostra. Em seguida, o vapor resfriado e condensado, e a massa que originalmente evaporou medida.



Dessa forma, podemos estimar a energia necess ria para vaporizar uma massa espec fica, o que corresponde a ERROR:5238,0 medido em joules por quilograma (J/kg) ou joules por mol (J/mol).

(ID 1662)

A fase gasosa da gua corresponde ao que conhecido como vapor de gua. Ela criada quando as mol culas de gua adquirem energia cin tica suficiente para escapar da fase l quida e come am a se mover pelo espa o acima do l quido. Periodicamente, as mol culas em estado gasoso colidem novamente com a superf cie l quida e s o capturadas, retornando ao estado l quido.



medida que o n mero de mol culas em estado gasoso aumenta, tamb m aumenta o n mero de mol culas que retornam ao estado l quido. Esse processo continua at que um equil brio seja alcan ado entre as mol culas que deixam o l quido e as que s o reabsorvidas. Nessa situa o, diz-se que o espa o acima do l quido est saturado.

(ID 1010)


(ID 15231)

O diferencial de energia interna ($dU$) sempre igual quantidade de o diferencial de calor impreciso ($\delta Q$) fornecida ao sistema (positiva) menos a quantidade de o diferencial de trabalho impreciso ($\delta W$) realizada pelo sistema (negativa):

$ dU = \delta Q - \delta W $


(ID 9632)

Analogamente defini o do trabalho $dW$ na mec nica:

$ \Delta W = F \Delta s $



que definido em termos da for a $F$ e do deslocamento $dx$, na termodin mica, trabalhamos com a express o do trabalho em fun o da press o $p$ e da varia o de volume $dV$:

$ \delta W = p dV $

(ID 9634)

O diferencial de calor impreciso ($\delta Q$) igual a la temperatura absoluta ($T$) vezes la variação de entropia ($dS$):

$ \delta Q = T dS $



(ID 9639)

A depend ncia de o diferencial de energia interna ($dU$) de la pressão ($p$) e la variação de volume ($\Delta V$), al m de la temperatura absoluta ($T$) e la variação de entropia ($dS$) , dado por:

$ dU = T dS - p dV $

.

(ID 3471)

La entalpia ($H$) definido como a soma de la energia interna ($U$) e a energia de forma o. Esta ltima corresponde ao trabalho realizado na forma o, que igual a $pV$ com la pressão ($p$) e o volume ($V$). Portanto, temos:

$ H = U + p V $


(ID 3536)

A depend ncia de o diferencial de entalpia ($dH$) de la temperatura absoluta ($T$) e la variação de entropia ($dS$), al m de o volume ($V$) e la variação de pressão ($dp$) , dado por:

$ dH = T dS + V dp $


(ID 3473)

A depend ncia de ERROR:5402 de la entropia ($S$) e la variação de temperatura ($dT$), al m de o volume ($V$) e la variação de pressão ($dp$) , dado por:

$ dG =- S dT + V dp $


(ID 3541)

A lei Clausius-Clapeyron estabelece uma rela o entre la variação de pressão ($dp$) e la variação de temperatura ($dT$) com o calor latente ($L$), la temperatura absoluta ($T$) e ERROR:5239 < /var> da seguinte maneira:

$\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ L }{ \Delta V T }$


(ID 12824)

A equa o de Clausius-Clapeyron estabelece uma rela o entre la variação de pressão ($dp$) e la variação de temperatura ($dT$) com la temperatura absoluta ($T$), o calor latente molar ($l_m$) e ERROR:9868 < /var> da seguinte maneira:

$\displaystyle\frac{ dp }{ dT }=\displaystyle\frac{ l_m }{ \Delta v_m T }$


(ID 12822)

Quando la variação de volume na mudança de fase ($\Delta V$) muda de fase de um l quido para um g s, pode ser expresso como:

$\Delta V = V_{\text{g s}} - V_{\text{l quido}}$



Dado que o volume do g s significativamente maior do que o do l quido,

$V_{\text{g s}} \gg V_{\text{l quido}}$



podemos aproximar:

$\Delta V \approx V_{\text{g s}}$



Como o vapor de gua se comporta de maneira semelhante a um g s ideal, podemos afirmar que com os valores de la constante de gás universal ($R_C$), o número de moles ($n$), la temperatura absoluta ($T$) e la pressão de vapor de água insaturada ($p_v$):

$ p V = n R_C T $



portanto, la variação de volume na mudança de fase ($\Delta V$) :

$\Delta V = \displaystyle\frac{nRT}{p_v}$


(ID 3185)

La pressão de vapor de água saturada ($p_s$) pode ser calculado usando la pressão de referência ($p_{ref}$), la constante de gás universal ($R_C$), la temperatura absoluta ($T$) e o calor latente molar ($l_m$) de acordo com o seguinte f rmula:

$ p_s = p_{ref} e^{- l_m / R_C T }$


(ID 3182)

La relation entre la concentração de moléculas de vapor de água ($c_v$) et ERROR:4952,0 est appel e la umidade relativa ($RH$). En d'autres termes, lorsque l'humidit relative atteint 100 %, la concentration existante est gale la concentration satur e.

$ RH =\displaystyle\frac{ c_v }{ c_s }$



(ID 3175)

La pressão ($p$) pode ser calculado a partir de la concentração molar ($c_m$) utilizando la temperatura absoluta ($T$) e la constante de gás universal ($R_C$) da seguinte maneira:

$ p = c_m R_C T $


(ID 4479)

La umidade relativa ($RH$) pode ser expresso em termos de la pressão de vapor de água insaturada ($p_v$) e la pressão de vapor de água saturada ($p_s$) como segue:

$ RH =\displaystyle\frac{ p_v }{ p_s }$


(ID 4478)


ID:(377, 0)