Estabilidade Vertical
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A estabilidade da coluna de água marinha depende tanto da temperatura quanto da salinidade.
Se a temperatura aumenta, a água se expande, criando uma zona de menor densidade, levando o volume a tender a flutuar.
Por outro lado, se a salinidade aumenta, a densidade aumenta, fazendo com que o volume tenda a afundar.
Nesse sentido, existe uma competição entre os efeitos da temperatura e da salinidade, onde o volume pode tentar emergir ou afundar. Este último caso é fundamental para a geração de correntes profundas.
ID:(1524, 0)
Estabilidade da coluna de água
Descrição
Normalmente, a densidade da água do mar aumenta com a profundidade.
Isso significa que as camadas mais próximas à superfície são mais leves do que as camadas mais profundas. Isso garante que elas flutuem sobre as camadas mais profundas e não tendam a deslocá-las.
No entanto, flutuações na temperatura e salinidade podem fazer com que as camadas mais profundas se tornem menos densas do que as camadas superiores. Isso cria uma situação instável, já que essas camadas tendem a flutuar e emergir sobre as camadas superiores.
Apenas em situações em que a densidade é constante ou aumenta com a profundidade o sistema é estável.
Por outro lado, quando um sistema se torna instável, isso significa que, diante de uma perturbação, ele pode entrar em colapso, mas se não for perturbado, pode manter seu estado atual.
ID:(12045, 0)
Variação de temperatura e salinidade
Descrição
O aumento de la variação de temperatura ($\Delta T$) leva à expansão térmica, fazendo com que la variação de volume por temperatura ($\Delta V_T$) aumente em relação a o volume ($V$) com o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$), como mostrado em:
| $ k_T \equiv \displaystyle\frac{ 1 }{ V }\displaystyle\frac{ \Delta V_T }{ \Delta T }$ |
Da mesma forma, o aumento de o fluxo crítico ($\Delta s$) devido à massa faz com que ERROR:8624 aumente em relação a la densidade da água do mar ($\rho$) com o coeficiente de salinidade ($k_s$), como mostrado em:
| $ k_s =\displaystyle\frac{ 1 }{ \rho }\displaystyle\frac{ \Delta\rho }{ \Delta s }$ |
Essa expressão é equivalente à expressão em que la variação de volume devido à salinidade ($\Delta V_s$) diminui (valor negativo), como mostrado em:
| $ k_s \equiv - \displaystyle\frac{ 1 }{ V }\displaystyle\frac{ \Delta V_s }{ \Delta s }$ |
Portanto, o papel da temperatura e da salinidade é crucial, pois podem fazer com que a coluna de água oceânica se torne instável, levando um elemento de volume a começar a flutuar ou a afundar, revertendo assim a coluna.
ID:(15514, 0)
Instabilidade na água em caso de diferença de temperatura
Descrição
Quando aquecemos água em uma panela, uma região de menor densidade se forma no fundo, próxima à fonte de calor. Essa região começa a subir, buscando deslocar a camada superior mais fria, que é mais densa e tende a afundar.
Uma vez que a diferença de temperatura entre a superfície e o fundo ultrapassa um valor crítico, verdadeiros jatos de água quente começam a surgir, alcançando a superfície e criando espaço para que a água superficial mais fria desça em direção ao fundo:
ID:(12046, 0)
Estabilidade da coluna de água marinha
Descrição
No caso da água do mar, não só pode haver variações na temperatura, mas também na salinidade. A salinidade geralmente aumenta a densidade, portanto, processos que reduzem a salinidade na profundidade podem levar a instabilidades.
Nesse caso, surgem regiões em que a água com maior salinidade afunda, enquanto a água com menor concentração sobe. Essas regiões de afundamento de sal são chamadas de dedos de sal e podem ser observadas no seguinte gráfico gerado por meio de simulação:
ID:(12051, 0)
Conceito de difusão
Descrição
A difusão corresponde ao movimento aleatório das moléculas, distribuindo-se gradualmente no espaço. As múltiplas colisões fazem com que frequentemente invertam sua direção de movimento, resultando em uma expansão muito lenta. Para descrever esse movimento, são empregados conceitos estatísticos, como descrever a região onde a maioria das partículas se encontra através do desvio quadrático médio. De fato, esse desvio quadrático médio aumenta linearmente no tempo:
A constante de proporcionalidade é chamada de coeficiente de difusão.
Esse conceito também é usado para descrever como as propriedades das partículas, como momento e energia, se propagam dentro de um sistema. Nesse caso, não ocorre alteração na distribuição espacial das partículas, mas sim na distribuição espacial do parâmetro considerado.
ID:(13405, 0)
Número de Rayleigh para temperatura e estabilidade
Descrição
Quando a água é aquecida em uma panela, a água próxima ao fundo começa a se aquecer, causando sua expansão em uma variação de volume por temperatura ($\Delta V_T$) de acordo com a relação de expansão térmica, que atende a o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$), o volume ($V$) e la variação de temperatura ($\Delta T$) através de:
| $ k_T \equiv \displaystyle\frac{ 1 }{ V }\displaystyle\frac{ \Delta V_T }{ \Delta T }$ |
la força de empuxo ($F_b$) é proporcional ao volume deslocado e pode ser aproximadamente expresso como:
$F_b \sim g \Delta V \sim k_T V \Delta T$
Ao analisarmos as unidades, podemos observar que o fator
$\Delta V g \rightarrow \displaystyle\frac{m^4}{s^2}$
é o quadrado de uma constante de difusão. Portanto, a instabilidade pode ser entendida como a dominância de la constante de difusão do momento ($D_p$) da convecção em comparação com la constante de difusão térmica ($D_T$) necessária para aumentar a temperatura e a perda de momento devido à viscosidade.
Portanto, se a seguinte proporção:
$\displaystyle\frac{g \Delta V}{D_T D_p} = \displaystyle\frac{g k_T V}{D_p D_T} \Delta T$
for muito maior do que a unidade, a convecção dominará. Nesse sentido, faz sentido definir um número adimensional característico conhecido como o número Rayleigh para temperatura ($Ra_T$):
| $ Ra_T \equiv\displaystyle\frac{ g k_T h ^3 }{ D_p D_T } \Delta T$ |
No caso de um sistema sem limites, foi demonstrado que o limite crítico para a instabilidade ocorre quando o número de Rayleigh excede $Ra_L=657,51$. No entanto, esse limite depende da geometria do sistema, e no caso de um cilindro (como uma panela aberta), foi demonstrado que ele é instável quando $Ra_L=1.100,65$.
ID:(15510, 0)
Fator lambda
Descrição
A tendência de um elemento de água oceânica flutuar devido ao aumento da temperatura ou afundar devido ao aumento da salinidade é representada no seguinte diagrama:
Para estudar a situação, introduzimos o fator lambda ($\Lambda$) como a proporção de o número Rayleigh para temperatura ($Ra_T$) e ERROR:8991:
$\Lambda = \displaystyle\frac{Ra_T}{Ra_s} = \displaystyle\frac{k_T \Delta T}{k_s \Delta s}$
Como o número Rayleigh para temperatura ($Ra_T$) depende de la aceleração gravitacional ($g$), o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$), la variação de temperatura ($\Delta T$), la constante de difusão do momento ($D_p$) e la constante de difusão térmica ($D_T$), conforme definido pela equação:
| $ Ra_T \equiv\displaystyle\frac{ g k_T h ^3 }{ D_p D_T } \Delta T$ |
e ERROR:8991 depende de o coeficiente de salinidade ($k_s$), o fluxo crítico ($\Delta s$) e la constante de difusão de partículas ($D_N$), conforme definido pela equação:
| $ Ra_s \equiv\displaystyle\frac{ g k_s h ^3 }{ D_p D_N } \Delta s $ |
obtemos a relação para o fator lambda ($\Lambda$) através de:
| $ \Lambda \equiv \displaystyle\frac{ k_T \Delta T }{ k_s \Delta s }$ |
ID:(15511, 0)
Número de Lewis
Descrição
ERROR:8994 compara la constante de difusão térmica ($D_T$), que depende de la condução térmica oceânica ($\lambda_T$), o calor específico ($c$) e la densidade da água do mar ($\rho$), conforme:
| $ D_T \equiv \displaystyle\frac{ \lambda_T }{ \rho c }$ |
com la constante de difusão de partículas ($D_N$), que depende de la mobilidade de partículas ($\mu$), la constante de Boltzmann ($k_B$) e la temperatura absoluta ($T$), conforme:
| $ D_N \equiv \mu k_B T $ |
Portanto, é definido como:
| $ Le \equiv \displaystyle\frac{ D_T }{ D_N }$ |
ID:(15512, 0)
Condição de estabilidade
Descrição
Para manter o sistema estável, é necessário que a difusão de energia (temperatura) e salinidade não gerem uma la força de empuxo ($F_b$) grande o suficiente para inverter a coluna. Isso é alcançado quando o fator lambda ($\Lambda$) é maior que ERROR:8994.
Portanto, o sistema é estável se a seguinte condição for atendida:
| $ Le < \Lambda $ |
É importante observar que o fator de número depende da temperatura e da salinidade, então se essas variáveis variarem, é possível que o sistema atinja um ponto de instabilidade.
ID:(15515, 0)
Estabilidade Vertical
Descrição
A estabilidade da coluna de água marinha depende tanto da temperatura quanto da salinidade. Se a temperatura aumenta, a água se expande, criando uma zona de menor densidade, levando o volume a tender a flutuar. Por outro lado, se a salinidade aumenta, a densidade aumenta, fazendo com que o volume tenda a afundar. Nesse sentido, existe uma competição entre os efeitos da temperatura e da salinidade, onde o volume pode tentar emergir ou afundar. Este último caso é fundamental para a geração de correntes profundas.
Variáveis
Cálculos
Cálculos
Equações
Como o número Rayleigh para temperatura ($Ra_T$) depende de la aceleração gravitacional ($g$), la profundidade ($h$), la variação de temperatura ($\Delta T$), la constante de difusão do momento ($D_p$) e la constante de difusão térmica ($D_T$), conforme definido por:
| $ Ra_T \equiv\displaystyle\frac{ g k_T h ^3 }{ D_p D_T } \Delta T$ |
e ERROR:8991 depende de o coeficiente de salinidade ($k_s$) e o fluxo crítico ($\Delta s$), conforme definido por:
| $ Ra_s \equiv\displaystyle\frac{ g k_s h ^3 }{ D_p D_N } \Delta s $ |
ent o, podemos afirmar que
$\Lambda = \displaystyle\frac{Ra_T}{Ra_s}$
reduzido para:
| $ \Lambda \equiv \displaystyle\frac{ k_T \Delta T }{ k_s \Delta s }$ |
(ID 12056)
(ID 12057)
Como la densidade da água do mar ($\rho$) igual a uma massa $m$ dividida por o volume ($V$), expressa como:
$\rho =\displaystyle\frac{m}{V}$
Se diferenciarmos essa express o para uma massa constante $m$, resultar em um ERROR:8624 como:
$\Delta\rho =-\displaystyle\frac{m}{V^2}\Delta V=-\displaystyle\frac{\rho}{V}\Delta V$
Portanto, a express o em o coeficiente de salinidade ($k_s$) com o fluxo crítico ($\Delta s$):
| $ k_s =\displaystyle\frac{ 1 }{ \rho }\displaystyle\frac{ \Delta\rho }{ \Delta s }$ |
implica em:
| $ k_s \equiv - \displaystyle\frac{ 1 }{ V }\displaystyle\frac{ \Delta V_s }{ \Delta s }$ |
(ID 15513)
Exemplos
(ID 15508)
Normalmente, a densidade da gua do mar aumenta com a profundidade.
Isso significa que as camadas mais pr ximas superf cie s o mais leves do que as camadas mais profundas. Isso garante que elas flutuem sobre as camadas mais profundas e n o tendam a desloc -las.
No entanto, flutua es na temperatura e salinidade podem fazer com que as camadas mais profundas se tornem menos densas do que as camadas superiores. Isso cria uma situa o inst vel, j que essas camadas tendem a flutuar e emergir sobre as camadas superiores.
Apenas em situa es em que a densidade constante ou aumenta com a profundidade o sistema est vel.
Por outro lado, quando um sistema se torna inst vel, isso significa que, diante de uma perturba o, ele pode entrar em colapso, mas se n o for perturbado, pode manter seu estado atual.
(ID 12045)
O aumento de la variação de temperatura ($\Delta T$) leva expans o t rmica, fazendo com que la variação de volume por temperatura ($\Delta V_T$) aumente em rela o a o volume ($V$) com o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$), como mostrado em:
| $ k_T \equiv \displaystyle\frac{ 1 }{ V }\displaystyle\frac{ \Delta V_T }{ \Delta T }$ |
Da mesma forma, o aumento de o fluxo crítico ($\Delta s$) devido massa faz com que ERROR:8624 aumente em rela o a la densidade da água do mar ($\rho$) com o coeficiente de salinidade ($k_s$), como mostrado em:
| $ k_s =\displaystyle\frac{ 1 }{ \rho }\displaystyle\frac{ \Delta\rho }{ \Delta s }$ |
Essa express o equivalente express o em que la variação de volume devido à salinidade ($\Delta V_s$) diminui (valor negativo), como mostrado em:
| $ k_s \equiv - \displaystyle\frac{ 1 }{ V }\displaystyle\frac{ \Delta V_s }{ \Delta s }$ |
Portanto, o papel da temperatura e da salinidade crucial, pois podem fazer com que a coluna de gua oce nica se torne inst vel, levando um elemento de volume a come ar a flutuar ou a afundar, revertendo assim a coluna.
(ID 15514)
Quando aquecemos gua em uma panela, uma regi o de menor densidade se forma no fundo, pr xima fonte de calor. Essa regi o come a a subir, buscando deslocar a camada superior mais fria, que mais densa e tende a afundar.
Uma vez que a diferen a de temperatura entre a superf cie e o fundo ultrapassa um valor cr tico, verdadeiros jatos de gua quente come am a surgir, alcan ando a superf cie e criando espa o para que a gua superficial mais fria des a em dire o ao fundo:
(ID 12046)
No caso da gua do mar, n o s pode haver varia es na temperatura, mas tamb m na salinidade. A salinidade geralmente aumenta a densidade, portanto, processos que reduzem a salinidade na profundidade podem levar a instabilidades.
Nesse caso, surgem regi es em que a gua com maior salinidade afunda, enquanto a gua com menor concentra o sobe. Essas regi es de afundamento de sal s o chamadas de dedos de sal e podem ser observadas no seguinte gr fico gerado por meio de simula o:
(ID 12051)
A difus o corresponde ao movimento aleat rio das mol culas, distribuindo-se gradualmente no espa o. As m ltiplas colis es fazem com que frequentemente invertam sua dire o de movimento, resultando em uma expans o muito lenta. Para descrever esse movimento, s o empregados conceitos estat sticos, como descrever a regi o onde a maioria das part culas se encontra atrav s do desvio quadr tico m dio. De fato, esse desvio quadr tico m dio aumenta linearmente no tempo:
A constante de proporcionalidade chamada de coeficiente de difus o.
Esse conceito tamb m usado para descrever como as propriedades das part culas, como momento e energia, se propagam dentro de um sistema. Nesse caso, n o ocorre altera o na distribui o espacial das part culas, mas sim na distribui o espacial do par metro considerado.
(ID 13405)
Quando a gua aquecida em uma panela, a gua pr xima ao fundo come a a se aquecer, causando sua expans o em uma variação de volume por temperatura ($\Delta V_T$) de acordo com a rela o de expans o t rmica, que atende a o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$), o volume ($V$) e la variação de temperatura ($\Delta T$) atrav s de:
| $ k_T \equiv \displaystyle\frac{ 1 }{ V }\displaystyle\frac{ \Delta V_T }{ \Delta T }$ |
la força de empuxo ($F_b$) proporcional ao volume deslocado e pode ser aproximadamente expresso como:
$F_b \sim g \Delta V \sim k_T V \Delta T$
Ao analisarmos as unidades, podemos observar que o fator
$\Delta V g \rightarrow \displaystyle\frac{m^4}{s^2}$
o quadrado de uma constante de difus o. Portanto, a instabilidade pode ser entendida como a domin ncia de la constante de difusão do momento ($D_p$) da convec o em compara o com la constante de difusão térmica ($D_T$) necess ria para aumentar a temperatura e a perda de momento devido viscosidade.
Portanto, se a seguinte propor o:
$\displaystyle\frac{g \Delta V}{D_T D_p} = \displaystyle\frac{g k_T V}{D_p D_T} \Delta T$
for muito maior do que a unidade, a convec o dominar . Nesse sentido, faz sentido definir um n mero adimensional caracter stico conhecido como o número Rayleigh para temperatura ($Ra_T$):
| $ Ra_T \equiv\displaystyle\frac{ g k_T h ^3 }{ D_p D_T } \Delta T$ |
No caso de um sistema sem limites, foi demonstrado que o limite cr tico para a instabilidade ocorre quando o n mero de Rayleigh excede $Ra_L=657,51$. No entanto, esse limite depende da geometria do sistema, e no caso de um cilindro (como uma panela aberta), foi demonstrado que ele inst vel quando $Ra_L=1.100,65$.
(ID 15510)
A tend ncia de um elemento de gua oce nica flutuar devido ao aumento da temperatura ou afundar devido ao aumento da salinidade representada no seguinte diagrama:
Para estudar a situa o, introduzimos o fator lambda ($\Lambda$) como a propor o de o número Rayleigh para temperatura ($Ra_T$) e ERROR:8991:
$\Lambda = \displaystyle\frac{Ra_T}{Ra_s} = \displaystyle\frac{k_T \Delta T}{k_s \Delta s}$
Como o número Rayleigh para temperatura ($Ra_T$) depende de la aceleração gravitacional ($g$), o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$), la variação de temperatura ($\Delta T$), la constante de difusão do momento ($D_p$) e la constante de difusão térmica ($D_T$), conforme definido pela equa o:
| $ Ra_T \equiv\displaystyle\frac{ g k_T h ^3 }{ D_p D_T } \Delta T$ |
e ERROR:8991 depende de o coeficiente de salinidade ($k_s$), o fluxo crítico ($\Delta s$) e la constante de difusão de partículas ($D_N$), conforme definido pela equa o:
| $ Ra_s \equiv\displaystyle\frac{ g k_s h ^3 }{ D_p D_N } \Delta s $ |
obtemos a rela o para o fator lambda ($\Lambda$) atrav s de:
| $ \Lambda \equiv \displaystyle\frac{ k_T \Delta T }{ k_s \Delta s }$ |
(ID 15511)
ERROR:8994 compara la constante de difusão térmica ($D_T$), que depende de la condução térmica oceânica ($\lambda_T$), o calor específico ($c$) e la densidade da água do mar ($\rho$), conforme:
| $ D_T \equiv \displaystyle\frac{ \lambda_T }{ \rho c }$ |
com la constante de difusão de partículas ($D_N$), que depende de la mobilidade de partículas ($\mu$), la constante de Boltzmann ($k_B$) e la temperatura absoluta ($T$), conforme:
| $ D_N \equiv \mu k_B T $ |
Portanto, definido como:
| $ Le \equiv \displaystyle\frac{ D_T }{ D_N }$ |
(ID 15512)
Para manter o sistema est vel, necess rio que a difus o de energia (temperatura) e salinidade n o gerem uma la força de empuxo ($F_b$) grande o suficiente para inverter a coluna. Isso alcan ado quando o fator lambda ($\Lambda$) maior que ERROR:8994.
Portanto, o sistema est vel se a seguinte condi o for atendida:
| $ Le < \Lambda $ |
importante observar que o fator de n mero depende da temperatura e da salinidade, ent o se essas vari veis variarem, poss vel que o sistema atinja um ponto de instabilidade.
(ID 15515)
(ID 15509)
Para modelar a convec o, devemos considerar que a gua pr xima base do sistema se aquece e, como resultado, se expande. Essa expans o o que eventualmente leva a uma diminui o da densidade e, portanto, tend ncia de flutuar. Para descrever isso, introduzimos o o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$), que indica a propor o na qual o la variação de volume por temperatura ($\Delta V_T$) se expande em rela o ao o volume ($V$) devido ao aumento do la variação de temperatura ($\Delta T$).
Portanto, temos:
| $ k_T \equiv \displaystyle\frac{ 1 }{ V }\displaystyle\frac{ \Delta V_T }{ \Delta T }$ |
(ID 12050)
O aumento de la variação de temperatura ($\Delta T$) resulta em expans o t rmica, levando a um aumento em la variação de volume por temperatura ($\Delta V_T$) em rela o a o volume ($V$) como fun o de o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$), como mostrado em:
| $ k_T \equiv \displaystyle\frac{ 1 }{ V }\displaystyle\frac{ \Delta V_T }{ \Delta T }$ |
Da mesma forma, adicionar sal gua leva a um aumento em o fluxo crítico ($\Delta s$) em rela o a la densidade da água do mar ($\rho$) devido ao aumento em o fluxo crítico ($\Delta s$) como fun o de o coeficiente de salinidade ($k_s$), como mostrado em:
| $ k_s =\displaystyle\frac{ 1 }{ \rho }\displaystyle\frac{ \Delta\rho }{ \Delta s }$ |
(ID 12053)
O aumento de o fluxo crítico ($\Delta s$) provoca mudan as em ERROR:8624 em rela o a la densidade da água do mar ($\rho$) com o coeficiente de salinidade ($k_s$), como mostrado em:
| $ k_s =\displaystyle\frac{ 1 }{ \rho }\displaystyle\frac{ \Delta\rho }{ \Delta s }$ |
Isso pode ser formulado em termos do equivalente la variação de volume devido à salinidade ($\Delta V_s$) em rela o a o volume ($V$), resultando em:
| $ k_s \equiv - \displaystyle\frac{ 1 }{ V }\displaystyle\frac{ \Delta V_s }{ \Delta s }$ |
importante notar que o sinal negativo, o que significa que o aumento da salinidade leva a uma redu o efetiva do volume, fazendo com que o volume tenda a afundar.
(ID 15513)
O movimento de um sistema como a gua tende a se dissipar at que o sistema alcance o repouso em rela o ao seu entorno. Esse fen meno conhecido como viscosidade e compete com a in rcia dos corpos para manter o movimento.
O primeiro termo est associado a la viscosidade da água do oceano ($\eta$), enquanto o segundo est relacionado com a massa, ou no caso de um l quido, com la densidade da água do mar ($\rho$).
Portanto, introduzimos la constante de difusão do momento ($D_p$) com:
| $ D_p \equiv \displaystyle\frac{ \eta }{ \rho }$ |
As unidades s o:
$\displaystyle\frac{\eta}{\rho} \rightarrow \displaystyle\frac{Pa,s}{kg/m^3} = \displaystyle\frac{m^3 kg,m,s}{s^2m^2kg} = \displaystyle\frac{m^2}{s}$
o que corresponde a uma constante de difus o. O valor para a gua est na ordem de $10^{-6} , m^2/s$.
(ID 12049)
A temperatura em um sistema como a gua tende a se difundir at que se torne uniforme em todo o volume. Essa difus o proporcional a la condução térmica oceânica ($\lambda_T$) e inversamente proporcional a la densidade da água do mar ($\rho$) e o calor específico ($c$), que s o necess rios para aumentar a temperatura.
Portanto, introduzimos la constante de difusão térmica ($D_T$) como:
| $ D_T \equiv \displaystyle\frac{ \lambda_T }{ \rho c }$ |
As unidades s o:
$\displaystyle\frac{\lambda_T}{\rho,c} \rightarrow \displaystyle\frac{J/m,s,K}{kg/m^3,J/kg K} = \displaystyle\frac{m^2}{s}$
o que corresponde a uma constante de difus o. O valor para a gua est na ordem de $10^{-6} , m^2/s$.
(ID 12048)
A difus o de part culas, como o sal, ocorre de forma lenta devido intera o das part culas com o meio. Esse processo depende, por um lado, de la mobilidade de partículas ($\mu$), expresso em $(m/s)/N=kg/s$, que corresponde velocidade que uma part cula alcan a quando uma for a aplicada. Por outro lado, depende de la temperatura absoluta ($T$), associado velocidade que a part cula pode atingir.
Portanto, la constante de difusão de partículas ($D_N$) para o movimento das mol culas :
| $ D_N \equiv \mu k_B T $ |
onde $k_B=1.34\times 10^{-23} J/K$ La constante de Boltzmann ($k_B$).
(ID 12054)
A estabilidade depende de la força de empuxo ($F_b$), que proporcional a la variação de volume por temperatura ($\Delta V_T$), o qual, junto com la aceleração gravitacional ($g$), precisa ser comparado com la constante de difusão do momento ($D_p$) e la constante de difusão térmica ($D_T$). Se reescrevermos la variação de volume por temperatura ($\Delta V_T$) em termos de expans o t rmica com o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$), onde o volume ($V$) expresso como o cubo de la profundidade ($h$), obtemos:
$\displaystyle\frac{g \Delta V}{D_T D_p} = \displaystyle\frac{g k_T V}{D_p D_T} \Delta T$
Desta forma, podemos definir o número Rayleigh para temperatura ($Ra_T$) em rela o temperatura:
| $ Ra_T \equiv\displaystyle\frac{ g k_T h ^3 }{ D_p D_T } \Delta T$ |
(ID 12047)
O número Rayleigh para temperatura ($Ra_T$) representa a compara o de la variação de volume por temperatura ($\Delta V_T$) em termos de la variação de temperatura ($\Delta T$) e o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$) com la constante de difusão térmica ($D_T$) e la constante de difusão do momento ($D_p$):
| $ Ra_T \equiv\displaystyle\frac{ g k_T h ^3 }{ D_p D_T } \Delta T$ |
com la aceleração gravitacional ($g$). Da mesma forma, uma rela o para a salinidade pode ser estabelecida substituindo o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$) por o coeficiente de salinidade ($k_s$) e la constante de difusão térmica ($D_T$) por la constante de difusão de partículas ($D_N$), resultando em ERROR:8991:
| $ Ra_s \equiv\displaystyle\frac{ g k_s h ^3 }{ D_p D_N } \Delta s $ |
(ID 12055)
A chave para determinar se o volume de gua tender a flutuar ou a afundar pode ser estudada comparando a rela o entre o número Rayleigh para temperatura ($Ra_T$) e ERROR:8991, o que nos permite definir um n mero caracter stico chamado o fator lambda ($\Lambda$).
$\Lambda = \displaystyle\frac{Ra_T}{Ra_s}$
Usando as rela es que definem os n meros de Rayleigh, pode-se mostrar que o fator lambda ($\Lambda$) uma fun o de o coeficiente de dilatação térmica ($k_T$), o coeficiente de salinidade ($k_s$) e la variação de temperatura ($\Delta T$) com o fluxo crítico ($\Delta s$):
| $ \Lambda \equiv \displaystyle\frac{ k_T \Delta T }{ k_s \Delta s }$ |
(ID 12056)
ERROR:8994 compara la constante de difusão térmica ($D_T$) com la constante de difusão de partículas ($D_N$) atrav s de:
| $ Le \equiv \displaystyle\frac{ D_T }{ D_N }$ |
(ID 12058)
O sistema est vel desde que o fator lambda ($\Lambda$) seja maior que ERROR:8994, pois, nesse caso, a difus o de energia (temperatura) e salinidade n o conseguem desestabilizar a coluna:
| $ Le < \Lambda $ |
(ID 12057)
ID:(1524, 0)
