Força da gravidade e marés em oposição
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Uma das acelerações que precisa ser calculada é aquela paralela à eclíptica (no plano Terra-corpo celeste) em oposição, ou seja, do lado oposto ao lado onde está o corpo celeste.
ID:(1575, 0)
Variação da gravidade paralela ao raio, em oposição
Descrição
A atração no lado oposto ao corpo celeste que atua sobre a Terra é menor devido ao efeito da maior distância. Isso facilita o deslocamento da água em direção ao equador. Por outro lado, do lado voltado para o corpo celeste, sua atração enfraquece a aceleração gravitacional da Terra, levando a uma redução da gravidade que favorece ainda mais o deslocamento da água em direção ao equador:
Neste caso, trabalhamos com a semelhança no triângulo, onde tomamos a proporção
$\Delta a_{ox}/a_o$
e o cateto
$d + R\cos\theta$
e a hipotenusa
$(d+R\cos\theta)^2+R^2\sin^2\theta=d^2+R^2+2dR\cos\theta$
ID:(11639, 0)
Explicação intuitiva da maré no lado oposto do corpo celeste
Descrição
Existem múltiplas explicações para as marés no lado oposto do corpo celeste. Uma delas é o efeito da aceleração centrífuga devido ao fato de o sistema girar em torno do centro de massa do sistema Terra-corpo celeste, que não está no centro da Terra. No entanto, os valores obtidos para o caso da Lua são muito diferentes no lado voltado para a Lua em comparação com o lado oposto da Terra. Além disso, seria complicado explicar o fenômeno dessa forma se considerarmos o Sol como o corpo celeste, já que nesse caso o centro de massa está próximo ao centro do Sol.
A forma mais simples e que produz valores observados é supor que é um problema de diferenças de gravidade e deslocamento dos objetos. Portanto:
• A maré em direção ao lado do corpo celeste é originada pela sua atração, que reduz a aceleração gravitacional da Terra.
• A maré no lado oposto do corpo celeste ocorre tanto devido à redução da atração do corpo celeste quanto ao fato de que a Terra é deslocada "dentro da água".
ID:(11640, 0)
Força da gravidade e marés em oposição
Descrição
Uma das acelerações que precisa ser calculada é aquela paralela à eclíptica (no plano Terra-corpo celeste) em oposição, ou seja, do lado oposto ao lado onde está o corpo celeste.
Variáveis
Cálculos
Cálculos
Equações
Exemplos
(ID 15440)
A atra o no lado oposto ao corpo celeste que atua sobre a Terra menor devido ao efeito da maior dist ncia. Isso facilita o deslocamento da gua em dire o ao equador. Por outro lado, do lado voltado para o corpo celeste, sua atra o enfraquece a acelera o gravitacional da Terra, levando a uma redu o da gravidade que favorece ainda mais o deslocamento da gua em dire o ao equador:
Neste caso, trabalhamos com a semelhan a no tri ngulo, onde tomamos a propor o
$\Delta a_{ox}/a_o$
e o cateto
$d + R\cos\theta$
e a hipotenusa
$(d+R\cos\theta)^2+R^2\sin^2\theta=d^2+R^2+2dR\cos\theta$
(ID 11639)
Existem m ltiplas explica es para as mar s no lado oposto do corpo celeste. Uma delas o efeito da acelera o centr fuga devido ao fato de o sistema girar em torno do centro de massa do sistema Terra-corpo celeste, que n o est no centro da Terra. No entanto, os valores obtidos para o caso da Lua s o muito diferentes no lado voltado para a Lua em compara o com o lado oposto da Terra. Al m disso, seria complicado explicar o fen meno dessa forma se considerarmos o Sol como o corpo celeste, j que nesse caso o centro de massa est pr ximo ao centro do Sol.
A forma mais simples e que produz valores observados supor que um problema de diferen as de gravidade e deslocamento dos objetos. Portanto:
• A mar em dire o ao lado do corpo celeste originada pela sua atra o, que reduz a acelera o gravitacional da Terra.
• A mar no lado oposto do corpo celeste ocorre tanto devido redu o da atra o do corpo celeste quanto ao fato de que a Terra deslocada "dentro da gua".
(ID 11640)
(ID 15435)
Para determinar a varia o da acelera o no raio, podemos igualar a rela o
$\displaystyle\frac{\Delta a_{ox}}{a_o}$
com o comprimento
$d+R\cos\theta$
e a hipotenusa
$\sqrt{d^2+R^2+2dR\cos\theta}$
Por semelhan a de tri ngulos, obtemos com que:
| $ \displaystyle\frac{ \Delta a_{ox} }{ a_o } =\displaystyle\frac{ d + R\cos\theta }{ \sqrt{ d ^2+ R ^2+2 d R \cos \theta } }$ |
(ID 11646)
Com a lei da gravita o de Newton, representada por ,
| $ F = G \displaystyle\frac{ m_g M }{ r ^2}$ |
,
podemos definir a for a com ,
| $ F = m_i a $ |
,
e o raio ao quadrado
$r^2=d^2+R^2+2dR\cos\theta$
,
para calcular a acelera o com :
| $ a_o = \displaystyle\frac{ G M }{ d ^2+ R ^2+2 d R \cos \theta }$ |
(ID 11651)
Com latitude do lugar $rad$, raio do planeta $m$ e variação da aceleração na direção da estrela, em oposição $m/s^2$, a rela o
| $ \displaystyle\frac{ \Delta a_{ox} }{ a_o } =\displaystyle\frac{ d + R\cos\theta }{ \sqrt{ d ^2+ R ^2+2 d R \cos \theta } }$ |
,
e com latitude do lugar $rad$ e raio do planeta $m$, a express o
| $ a_o = \displaystyle\frac{ G M }{ d ^2+ R ^2+2 d R \cos \theta }$ |
,
assim
$\Delta a_{ox} =GM\displaystyle\frac{d + R\cos\theta}{(d^2 + R^2 + 2dR\cos\theta)^{3/2}}\sim \displaystyle\frac{GM}{d^2}\left(1-\displaystyle\frac{2R\cos\theta}{d}\right)$
,
ent o na aproxima o $d\gg R$ e considerando apenas a varia o em rela o ao lado oposto, pode ser aproximado com latitude do lugar $rad$ e raio do planeta $m$ como:
| $ \Delta a_{ox} =\displaystyle\frac{ G M }{ d ^2}\left(1-\displaystyle\frac{2 R \cos \theta }{ d }\right)$ |
(ID 11649)
ID:(1575, 0)
