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Superposição de marés lunar-solar e efeito continente

Storyboard

A sobreposição das marés lunares e solares leva a marés mais extremas ou a efeitos compensatórios que as reduzem. Além disso, há discussão sobre o efeito de que a água não pode se deslocar livremente devido à presença de continentes.

>Modelo

ID:(1577, 0)


Mecanismos

Descrição



ID:(15442, 0)


Explicando as marés, um vídeo

Descrição



ID:(11659, 0)


Exemplo de marés

Descrição

Se estudarmos os registros de marés em todo o mundo, observamos que:

• Existem duas marés por dia.
• Durante a lua cheia e a lua nova, as marés são maiores.
• Durante a lua crescente e minguante, as marés são menores.



As marés "spring" e "neap" significam:

• Spring tide = maré de sizígia
• Neap tide = maré morta

ID:(11637, 0)


Marés mortas

Descrição

Quando a lua está em um ângulo reto em relação à direção Terra-Sol, as marés são parcialmente neutralizadas. Isso ocorre sempre que há lua em quarto crescente ou quarto minguante.


ID:(11642, 0)


Marés de primavera

Descrição

Quando o sol e a lua se alinham, as marés se somam, criando uma maré mais alta. Isso ocorre sempre que há lua cheia (lua em oposição ao sol) ou lua nova (lua alinhada com o sol).

ID:(11641, 0)


Exemplo de marés extremas

Descrição

Um exemplo extremo é ilustrado pela imagem de Alma, New Brunswick, Canadá, na Baía de Fundy. Essa maré excede em muito o valor máximo que ocorre quando o sol e a lua estão alinhados (24,42 cm + 53,5 cm = 77,92 cm). A razão para isso é o deslocamento da água, que é impedido pelo continente americano, levando a essa acumulação.


ID:(11660, 0)


Distribuição das alturas das marés no planeta

Descrição

Se observarmos as medições das marés mais altas do planeta, podemos ver que:

• Elas ocorrem ao longo das costas devido ao acúmulo de água quando ela encontra obstáculos, como a linha costeira.
• Formam-se ondas que apresentam nós, pontos onde o nível do mar não varia.


ID:(11638, 0)


Modelo

Descrição



ID:(15438, 0)


Superposição de marés lunar-solar e efeito continente

Descrição

A sobreposição das marés lunares e solares leva a marés mais extremas ou a efeitos compensatórios que as reduzem. Além disso, há discussão sobre o efeito de que a água não pode se deslocar livremente devido à presença de continentes.

Variáveis

Símbolo
Texto
Variáve
Valor
Unidades
Calcular
Valeur MKS
Unidades MKS
$h_x$
h_x
Altura da maré na direção da estrela
m
$h_y$
h_y
Altura da maré perpendicular à direção da estrela
m
$\theta$
theta
Latitude do lugar
rad
$R$
R
Raio do planeta
m

Cálculos


Primeiro, selecione a equação:   para ,  depois, selecione a variável:   para 

Símbolo
Equação
Resolvido
Traduzido

Cálculos

Símbolo
Equação
Resolvido
Traduzido

 Variáve   Dado   Calcular   Objetivo :   Equação   A ser usado



Equações


Exemplos



(ID 15442)

Se estudarmos os registros de mar s em todo o mundo, observamos que:

• Existem duas mar s por dia.
• Durante a lua cheia e a lua nova, as mar s s o maiores.
• Durante a lua crescente e minguante, as mar s s o menores.



As mar s "spring" e "neap" significam:

• Spring tide = mar de siz gia
• Neap tide = mar morta

(ID 11637)

Quando a lua est em um ngulo reto em rela o dire o Terra-Sol, as mar s s o parcialmente neutralizadas. Isso ocorre sempre que h lua em quarto crescente ou quarto minguante.


(ID 11642)

Quando o sol e a lua se alinham, as mar s se somam, criando uma mar mais alta. Isso ocorre sempre que h lua cheia (lua em oposi o ao sol) ou lua nova (lua alinhada com o sol).

(ID 11641)

Um exemplo extremo ilustrado pela imagem de Alma, New Brunswick, Canad , na Ba a de Fundy. Essa mar excede em muito o valor m ximo que ocorre quando o sol e a lua est o alinhados (24,42 cm + 53,5 cm = 77,92 cm). A raz o para isso o deslocamento da gua, que impedido pelo continente americano, levando a essa acumula o.


(ID 11660)

Se observarmos as medi es das mar s mais altas do planeta, podemos ver que:

• Elas ocorrem ao longo das costas devido ao ac mulo de gua quando ela encontra obst culos, como a linha costeira.
• Formam-se ondas que apresentam n s, pontos onde o n vel do mar n o varia.


(ID 11638)



(ID 15438)

A mudan a na acelera o implica que a coluna de gua experimenta uma press o diferente, a menos que a profundidade se ajuste. Para alcan ar um estado estacion rio, isso precisamente o que acontece. A modifica o da acelera o gravitacional compensada por uma mudan a na profundidade correspondente mar :

$ g h_x =\displaystyle\frac{1}{2}( \Delta a_{cx} - \Delta a_{ox} ) R $



Com a varia o no lado da conjun o com

$ \Delta a_{cx} = \displaystyle\frac{ G M }{ d ^2}\left(1+\displaystyle\frac{2 R \cos \theta }{ d }\right)$



e com

$ \Delta a_{ox} =\displaystyle\frac{ G M }{ d ^2}\left(1-\displaystyle\frac{2 R \cos \theta }{ d }\right)$



Segue-se que a superf cie se eleva com em

$h_x = \displaystyle\frac{2 G M }{ g }\displaystyle\frac{ R ^2}{ d ^3}\cos\theta $



onde apenas a parte vari vel da varia o foi considerada, uma vez que o termo $GM/d^2$ age sobre todo o sistema e n o cria diferen as.

(ID 11653)

A mudan a na acelera o implica que a coluna de gua apresenta uma press o diferente, a menos que a profundidade se ajuste. Para alcan ar um estado estacion rio, precisamente isso que ocorre. A modifica o da acelera o gravitacional compensada por uma mudan a na profundidade correspondente mar :

$ g h_y = \Delta a_{cy} R $



Com a varia o no lado da conjun o com

$ \Delta a_{cy} = \displaystyle\frac{ G M }{ d ^2 }\displaystyle\frac{ R \sin \theta }{ d }$



Como resultado, a superf cie se eleva com em

$h_y = \displaystyle\frac{ G M }{ g }\displaystyle\frac{ R ^2}{ d ^3}\sin\theta$


(ID 11654)

A mudan a na acelera o implica que a coluna de gua experimenta uma press o diferente, a menos que a profundidade se ajuste. Para alcan ar um estado estacion rio, isso precisamente o que acontece. A modifica o da acelera o gravitacional compensada por uma mudan a na profundidade correspondente mar :

$ g h_x =\displaystyle\frac{1}{2}( \Delta a_{cx} - \Delta a_{ox} ) R $



Com a varia o no lado da conjun o com

$ \Delta a_{cx} = \displaystyle\frac{ G M }{ d ^2}\left(1+\displaystyle\frac{2 R \cos \theta }{ d }\right)$



e com

$ \Delta a_{ox} =\displaystyle\frac{ G M }{ d ^2}\left(1-\displaystyle\frac{2 R \cos \theta }{ d }\right)$



Segue-se que a superf cie se eleva com em

$h_x = \displaystyle\frac{2 G M }{ g }\displaystyle\frac{ R ^2}{ d ^3}\cos\theta $



onde apenas a parte vari vel da varia o foi considerada, uma vez que o termo $GM/d^2$ age sobre todo o sistema e n o cria diferen as.

(ID 11653)

A mudan a na acelera o implica que a coluna de gua apresenta uma press o diferente, a menos que a profundidade se ajuste. Para alcan ar um estado estacion rio, precisamente isso que ocorre. A modifica o da acelera o gravitacional compensada por uma mudan a na profundidade correspondente mar :

$ g h_y = \Delta a_{cy} R $



Com a varia o no lado da conjun o com

$ \Delta a_{cy} = \displaystyle\frac{ G M }{ d ^2 }\displaystyle\frac{ R \sin \theta }{ d }$



Como resultado, a superf cie se eleva com em

$h_y = \displaystyle\frac{ G M }{ g }\displaystyle\frac{ R ^2}{ d ^3}\sin\theta$


(ID 11654)


ID:(1577, 0)