
Caso sem interação
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Para facilitar a análise, pode-se primeiro considerar uma espécie dentro do ecossistema como se não houvesse outras e resolver o modelo para entender o comportamento.
Sob este conceito percebemos que toda espécie está restrita à existência de recursos de que necessita para sobreviver. Nesse sentido, toda espécie é limitada em seu desenvolvimento, mesmo no caso em que se argumenta que não possui inimigos naturais.
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Simplificação do modelo
Equação 
Se apenas uma espécie é assumida, a equação
\displaystyle\frac{d n_i }{dt}= r_i n_i + \displaystyle\sum_j \alpha_{ji} n_i n_j |
reduz à equação
\displaystyle\frac{d n }{d t } = r n + \alpha n ^2 |
já que as populações restantes, incluindo os termos mistos em
ID:(14279, 0)

Solução assintótica
Equação 
A equação
\displaystyle\frac{d n }{d t } = r n + \alpha n ^2 |
tende a uma solução assintótica igual a
n_{\infty} = - \displaystyle\frac{ r }{ \alpha } |
\n\no que só faz sentido se esse valor for positivo. Por outro lado, a equação para pequenas populações se reduz a\n\n
\displaystyle\frac{dn}{dt}\sim r n
o que só faz sentido se o fator
Portanto, o modelo só faz sentido se

o fator r_i é sempre positivo
am

o fator diagonal (autointeração) \alpha_{ii} é negativo
Este último pode ser entendido no contexto de que um aumento excessivo será retardado por recursos não associados a uma espécie (por exemplo, espaço, luz, produtos químicos, etc.)
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Solução de modelo simplificada
Equação 
A equação
\displaystyle\frac{d n }{d t } = r n + \alpha n ^2 |
com a condição
n_{\infty} = - \displaystyle\frac{ r }{ \alpha } |
pode ser resolvido dando-nos a solução
n(t) = \displaystyle\frac{n_{\infty}}{1 + (n_{\infty}/n_0 - 1)e^{-rt}} |
onde
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