Correntes paralelas
Descrição
Quando permitimos que duas correntes fluam de forma paralela, observamos uma força atrativa entre os fios.
Vale lembrar que as correntes consistem em elétrons em movimento, e os elétrons naturalmente se repelem devido às suas cargas negativas. No entanto, quando essas cargas estão em movimento, essa força repulsiva se transforma em uma força atrativa, resultando na observação de atração entre os condutores carregados negativamente.
ID:(11772, 0)
Correntes paralelas opostas
Descrição
Quando permitimos que duas correntes fluam de forma paralela, mas em direções opostas, observamos uma força repulsiva entre os fios.
Comparando este experimento com aquele em que o fluxo é paralelo, mas flui na mesma direção, a diferença chave reside no fato de que, no último caso, existe uma velocidade relativa.
ID:(11773, 0)
Correntes paralelas, o campo não é elétrico
Descrição
Se uma placa metálica é colocada entre ambos os condutores, nenhum efeito notável é observado:
Portanto, concluímos que o campo gerado não corresponde a um campo elétrico tradicional.
ID:(11774, 0)
Efeito da corrente em uma bússola
Descrição
Quando uma bússola é exposta a uma corrente elétrica, as seguintes observações podem ser feitas:
Em resumo, a agulha da bússola:
• não gira se não houver corrente elétrica presente
• gira quando há um fluxo de corrente elétrica
• se a direção do fluxo de corrente elétrica for invertida, a rotação da agulha também é invertida.
ID:(11775, 0)
Detecção do campo magnético gerado
Descrição
Quando exploramos o espaço ao redor de um fio com uma bússola, percebemos que a corrente elétrica induz a presença de um campo magnético:
É por isso que fios paralelos podem se atrair ou se repelir dependendo da direção da corrente elétrica. A chave aqui é compreender que:
A corrente elétrica gera um campo magnético, e esse campo magnético exerce uma força sobre cargas em movimento.
ID:(11776, 0)
Eletromagnetismo
Descrição
Variáveis
Cálculos
Cálculos
Equações
(ID 14293)
Exemplos
Quando permitimos que duas correntes fluam de forma paralela, observamos uma for a atrativa entre os fios.
Vale lembrar que as correntes consistem em el trons em movimento, e os el trons naturalmente se repelem devido s suas cargas negativas. No entanto, quando essas cargas est o em movimento, essa for a repulsiva se transforma em uma for a atrativa, resultando na observa o de atra o entre os condutores carregados negativamente.
(ID 11772)
Quando permitimos que duas correntes fluam de forma paralela, mas em dire es opostas, observamos uma for a repulsiva entre os fios.
Comparando este experimento com aquele em que o fluxo paralelo, mas flui na mesma dire o, a diferen a chave reside no fato de que, no ltimo caso, existe uma velocidade relativa.
(ID 11773)
Se uma placa met lica colocada entre ambos os condutores, nenhum efeito not vel observado:
Portanto, conclu mos que o campo gerado n o corresponde a um campo el trico tradicional.
(ID 11774)
Quando uma b ssola exposta a uma corrente el trica, as seguintes observa es podem ser feitas:
Em resumo, a agulha da b ssola:
• n o gira se n o houver corrente el trica presente
• gira quando h um fluxo de corrente el trica
• se a dire o do fluxo de corrente el trica for invertida, a rota o da agulha tamb m invertida.
(ID 11775)
Quando exploramos o espa o ao redor de um fio com uma b ssola, percebemos que a corrente el trica induz a presen a de um campo magn tico:
por isso que fios paralelos podem se atrair ou se repelir dependendo da dire o da corrente el trica. A chave aqui compreender que:
A corrente el trica gera um campo magn tico, e esse campo magn tico exerce uma for a sobre cargas em movimento.
(ID 11776)
(ID 12167)
(ID 12166)
Seguindo uma analogia similar introdu o do potencial el trico em fun o do campo magn tico $H$ e da dist ncia percorrida $L$, podemos introduzir a tens o magn tica da seguinte forma:
| $ f = H L $ |
(ID 14293)
O conceito de tens o magn tica pode ser generalizado considerando o caso de uma intensidade de campo magn tico vari vel $\vec{H}$ ao longo do caminho $d\vec{s}$. Nesse caso, a tens o magn tica precisaria ser calculada por meio de uma integral de caminho.
| $ f = \displaystyle\int_C \vec{H} \cdot d \vec{s} $ |
(ID 14294)
No caso em que a intensidade do campo magn tico $\vec{H}_i$ pode ser aproximada por uma s rie de segmentos $\Delta\vec{s}_i$ nos quais constante, a tens o magn tica pode ser calculada discretamente da seguinte forma:
| $ f = \displaystyle\sum_i \vec{H}_i \cdot \Delta \vec{s} $ |
(ID 14295)
ID:(1904, 0)
