Volume circulante
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O volume circulante efetivo (ECV) é o volume de sangue que preenche efetivamente a árvore vascular e determina a pré-carga cardíaca. A equação de Starling para capilares rege a troca de fluidos entre o plasma e o interstício: a filtração (P_c - P_if) impulsiona o fluido para fora; a pressão oncótica (_c - _if) o retém. O saldo líquido determina se há edema (filtração > reabsorção + drenagem linfática).
A equação de Starling explica o edema pulmonar cardiogênico: na IC esquerda, a P_c pulmonar aumenta > 25 mmHg (· 25 mmHg) J_cap torna-se positivo e maciço edema. Também explica o edema por hipoalbuminemia: se _c cai (desnutrição, síndrome nefrótica) menos retenção oncótica edema generalizado (anasarca).
A pressão oncótica () depende da concentração de proteínas plasmáticas, principalmente albumina (~55% da pressão oncótica total). A fórmula cúbica de Landis-Pappenheimer reflete efeitos não ideais (efeito Donnan, interações proteína-proteína) que fazem com que a pressão oncótica cresça mais do que linearmente com C_prot.
A viscosidade do sangue (lei de Chien) depende criticamente do hematócrito Hct: em baixo cisalhamento, o sangue é não newtoniano (os eritrócitos se agregam e aumentam ). Na anemia grave (Hct < 0,25), embora diminua (favorecendo o fluxo), o transporte de O (DO = CO × CaO) cai porque CaO Hb. O coração compensa com taquicardia e aumento do DC.
A osmolalidade plasmática (Osm_p 275295 mOsm/kg) é o principal regulador do volume intracelular através do ADH (vasopressina): Osm_p ADH reabsorção de água livre no ducto coletor correção. A hiponatremia (Na < 135 mEq/L) é a alteração eletrolítica mais comum em pacientes hospitalizados e a hiperosmolalidade (Na > 145 + glicose elevada) causa desidratação das células cerebrais.
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Palos Verdes, Costa de Corral, Chile
