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O7 Adaptação ao Meio Ambiente

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Essa adaptação ao ambiente do atleta geralmente envolve o ajuste de sua técnica, estratégia de esforço e parâmetros biomecânicos finais com base nas condições externas específicas que ele enfrenta: altitude, temperatura, vento, superfície, inclinação e equipamento.

Em altitudes elevadas, a densidade do ar diminui, reduzindo tanto o arrasto aerodinâmico já estabelecido por outro modelo deste sistema quanto o transporte final de oxigênio para os músculos do atleta. Essa diminuição adicional na densidade do ar nessa altitude torna o sprint final do atleta ainda mais rápido devido à redução do arrasto aerodinâmico, enquanto o mesmo teste final de resistência é mais lento devido à redução do transporte de oxigênio.

Esse mesmo vento favorável para esse atleta, por sua vez, reduz o arrasto aerodinâmico já estabelecido por outro modelo deste sistema e, consequentemente, melhora o desempenho final desse mesmo atleta em um sprint específico. Essa é precisamente a mesma melhoria que as regras desta disciplina reconhecem e, portanto, limitam, de modo que cada recorde de sprint permaneça válido apenas dentro de uma faixa razoável desse mesmo vento favorável. Se esse vento favorável para esse atleta se intensificar ainda mais dentro dessa faixa razoável, o tempo final desse sprint será, consequentemente, ainda menor para esse atleta. Essa mesma inclinação do terreno, para aquele atleta, modifica seu balanço energético final: em um trecho de subida, aumenta o trabalho do atleta contra a gravidade, enquanto em um trecho de descida, aumenta o esforço de frenagem excêntrica — exatamente a mesma contração excêntrica já estabelecida por outro modelo deste sistema. O fato de essa inclinação do terreno se tornar ainda mais acentuada em ambas as direções significa que o custo energético final do atleta é, consequentemente, ainda maior.

Essa mesma rigidez final da superfície, por sua vez, afeta a rigidez efetiva final da perna do atleta, o que estabelece outro modelo deste sistema, e seu retorno elástico final nessa mesma superfície. Se essa rigidez da superfície se desviar ainda mais de sua rigidez ótima específica, o que estabelece outro modelo deste sistema, consequentemente, o retorno elástico final do atleta será ainda menor.

Durante a natação, a temperatura final da água, por sua vez, afeta sua viscosidade final e, portanto, a resistência desse fluido, o que estabelece outro modelo deste sistema para aquele mesmo nadador. Se a temperatura da água diminuir ainda mais, a resistência final desse fluido sobre o nadador será, consequentemente, ainda maior.

Portanto, este modelo, com seu ajuste final da técnica, estratégia e parâmetros biomecânicos do atleta com base em suas condições externas individuais, permite que o modelo de Péronnet-Thibault — o mesmo modelo que estabelece outro modelo dentro deste conjunto em um espectro entre esforço anaeróbico e aeróbico — estime o tempo final de prova do atleta na mesma altitude. Isso é alcançado corrigindo tanto a capacidade final de consumo de oxigênio do atleta quanto a resistência aerodinâmica com as quais o modelo foi inicialmente desenvolvido. Além disso, a incorporação ainda mais precisa dessas condições externas pelo modelo de Péronnet-Thibault significa que a estimativa do tempo final de prova estará ainda mais próxima do desempenho real do atleta.

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