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O2 Minimização da perda

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A perda de energia decorrente desse movimento atlético é geralmente classificada como perda interna e externa, inerentes ao próprio movimento.

Essa perda interna inclui tanto a dissipação viscosa dentro do músculo e do tecido mole do atleta, quanto a coativação entre um músculo agonista e um antagonista. Essa coativação, já estabelecida em outro modelo desse sistema, gera trabalho negativo enquanto o músculo agonista gera trabalho positivo simultaneamente. Essa perda interna também inclui o trabalho de aceleração e desaceleração de cada segmento corporal do atleta e a histerese do tendão, também já estabelecida em outro modelo desse sistema, resultando em uma perda moderada de energia em cada ciclo do tendão.

Essa mesma perda externa inclui, no entanto, tanto o arrasto aerodinâmico já estabelecido por outro modelo deste sistema, embora proporcional aqui ao cubo da velocidade do atleta e não ao quadrado dessa velocidade como estabelecido por esse mesmo modelo, quanto o atrito final com a superfície, estabelecido por um modelo diferente deste sistema, e o trabalho de colisão final nesse contato entre o pé do atleta e o solo — exatamente esse mesmo trabalho de colisão, estabelecido por outro modelo deste sistema, para redirecionar o centro de massa em cada fase de apoio de uma corrida.

A eficiência mecânica geral do atleta, a relação entre seu trabalho útil e seu gasto energético metabólico — exatamente essa mesma eficiência, estabelecida por outro modelo deste sistema — é consideravelmente menor dentro desse mesmo ciclismo, um movimento cíclico já eficiente, do que dentro dessa mesma corrida com boa recuperação elástica para o atleta — exatamente essa mesma recuperação elástica, estabelecida por um modelo diferente deste sistema.

Portanto, este modelo, com suas perdas internas e externas iniciais, alcança a minimização máxima dessas perdas otimizando a cadência, a postura, o calçado e a técnica de movimento final do atleta. Esse custo inicial de colisão, que constitui a maior parte da perda interna durante a corrida do atleta, é o mesmo custo de colisão que outro modelo desta série já estabelece como parte do custo total dessa corrida. A otimização adicional dessa técnica de movimento pelo atleta reduz ainda mais o custo final de colisão dessa corrida.

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