O1 Maximização de potência
Tópico
A potência mecânica deste atleta geralmente constitui o produto de sua força e velocidade e, portanto, representa sua taxa final de produção de trabalho útil. Maximizar essa produção de potência final é, consequentemente, o principal objetivo do atleta em uma disciplina explosiva, seja um sprint, um salto, um arremesso ou levantamento de peso.
A curva de Hill do atleta — a mesma curva de Hill estabelecida por outro modelo neste grupo — indica que essa potência muscular máxima é atingida precisamente em torno de uma fração específica tanto da velocidade máxima de encurtamento quanto da força isométrica máxima desse músculo, a mesma potência de pico estabelecida por outro modelo neste grupo para um músculo esquelético. Fora dessa zona ideal, a potência final desse músculo, consequentemente, cai consideravelmente.
Maximizar a potência final de todo o sistema musculoesquelético exige tanto a ativação simultânea da sequência proximal-distal correta do atleta — a mesma sequência proximal-distal estabelecida por outro modelo para este sistema durante um arremesso ou golpe — quanto a utilização final desse mesmo ciclo alongamento-encurtamento para gerar energia elástica adicional — o mesmo ciclo alongamento-encurtamento estabelecido por outro modelo para este sistema.
Essa maximização de potência também exige, consequentemente, uma sincronização precisa entre os picos de potência de cada articulação do atleta — a mesma sincronização que outro modelo identifica como a causa da falha quando a ativação entre dois segmentos consecutivos ocorre no momento errado. Uma sincronização ainda maior entre esses picos de potência articular resulta em uma potência final ainda maior de todo o sistema musculoesquelético.
Essa sincronização precisa da potência articular do atleta resulta em uma potência final ainda maior. Portanto, este modelo, com sua potência mecânica inicial como produto da força e da velocidade, permite o treinamento com uma carga ideal para identificar a carga específica que maximiza essa potência final individual para cada atleta. Consequentemente, a potência mecânica total final do atleta é precisamente a soma da potência articular de cada articulação ativa nesse mesmo atleta — a mesma potência articular estabelecida por outro modelo deste sistema. Quando esse atleta ativa um número ainda maior dessas articulações simultaneamente e de forma coordenada, a potência mecânica total final desse atleta, com a qual este modelo foi inicialmente desenvolvido, é ainda maior.
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