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M3 Sprint vs. Resistência

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Este sprint e a resistência do atleta geralmente representam os extremos de um espectro de duração e intensidade do esforço. Consequentemente, este sprint opera principalmente em uma via anaeróbica, utilizando tanto fosfagênios quanto glicólise, enquanto a própria resistência depende da fosforilação oxidativa do atleta.

A mecânica final deste sprint máximo envolve uma força propulsiva horizontal consideravelmente alta e uma rigidez da perna consideravelmente alta — a mesma rigidez da perna que define outro modelo deste sistema durante a corrida — juntamente com um tempo de contato com o solo excepcionalmente curto na velocidade máxima do sprint, o mesmo tempo de contato com o solo que define um modelo diferente deste sistema.

A potência máxima final deste sprint é atingida dentro de uma faixa de velocidade específica. Este mesmo limite de velocidade final nesta corrida é, portanto, determinado tanto pela força horizontal que o atleta aplica ao solo quanto pelo tempo disponível para aplicar essa mesma força — exatamente a mesma força horizontal que outro modelo neste conjunto estabelece para um índice de força horizontal em uma técnica de sprint.

Dentro dessa mesma resistência, tanto a velocidade do limiar de lactato do atleta quanto a economia de corrida, estabelecida por outro modelo neste conjunto para uma prova, determinam o desempenho final do atleta nesse esforço prolongado. Uma melhora adicional na economia de corrida do atleta significa que, consequentemente, seu desempenho final nessa resistência será ainda maior para uma determinada velocidade do limiar de lactato.

Portanto, este modelo, com este sprint e esta resistência como os extremos do mesmo espectro com o qual foi inicialmente desenvolvido, permite que o modelo de Péronnet e Thibault descreva toda a curva final entre essa potência e a duração de qualquer esforço desse atleta, integrando assim as três vias energéticas desse mesmo espectro com o qual o modelo foi inicialmente desenvolvido. A aceleração final do atleta durante a fase inicial de aceleração deste sprint segue um modelo exponencial entre essa velocidade e o tempo decorrido. O fato de este atleta atingir essa mesma velocidade máxima deste sprint mais rapidamente significa que, consequentemente, essa mesma aceleração final, de acordo com esse mesmo modelo exponencial, diminui ainda mais à medida que o atleta se aproxima dessa mesma velocidade máxima com a qual o modelo foi inicialmente desenvolvido.

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