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M2 Running modelo de massa de mola

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A passada deste atleta geralmente inclui uma fase aérea em cada ciclo, durante a qual nenhum dos pés toca o solo. Essa fase aérea em si estabelece outro modelo para este sistema, servindo como critério para distinguir essa passada da caminhada.

O centro de massa do corredor, no entanto, segue uma trajetória de mola-massa durante essa mesma passada. Esse mesmo sistema de mola-massa estabelece outro modelo para este sistema: a perna do corredor age, consequentemente, como uma mola linear que acumula e libera energia elástica durante cada contato da perna com o solo. A rigidez final dessa perna, a razão entre essa força máxima e o alongamento máximo dessa mola, determina tanto o tempo de contato da perna com o solo quanto a oscilação vertical final desse centro de massa, o que estabelece mais um modelo para este sistema.

Em uma velocidade de corrida moderada, no entanto, essa mesma recuperação elástica contribui com uma proporção considerável da energia final de cada passada, principalmente no tendão do calcanhar e no próprio fêmur. Essa mesma tensão extraordinária no tendão do calcanhar estabelece outro modelo para esse sistema. A frequência ideal da passada, portanto, minimiza o custo metabólico final dessa corrida para o mesmo corredor.

Essa mesma força de reação vertical do solo, no entanto, apresenta um único pico durante a fase de apoio médio desse corredor, um padrão temporal distinto do pico duplo estabelecido em outro modelo desse sistema para a caminhada. Esse pico único pode, portanto, exceder o peso corporal total do corredor em várias vezes, criando a mesma componente vertical extraordinária que estabelece outro modelo desse sistema para um corredor de elite.

Portanto, esse modelo, com sua fase aérea e sistema massa-mola, significa que o custo final dessa corrida depende tanto do trabalho de impacto necessário para redirecionar o centro de massa durante cada transferência de peso quanto do trabalho adicional necessário para recuperar a energia dissipada em cada ciclo. A velocidade aeróbica máxima final do corredor constitui, assim, o parâmetro de desempenho geral que integra seu consumo máximo de oxigênio, limiar de lactato e a economia de corrida já estabelecida por outro modelo desse conjunto em relação à eficiência metabólica. Uma melhoria adicional na economia de corrida desse corredor significa que sua velocidade aeróbica máxima final será, consequentemente, ainda maior para um determinado consumo máximo de oxigênio.

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