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E1 Geração de Força Músculo

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Este músculo esquelético é, em geral, o principal atuador do movimento atlético neste organismo. Ele gera sua própria força através da interação entre actina e miosina dentro de cada sarcômero, regulada por um sinal nervoso que libera o cálcio necessário para essa interação.

A força isométrica máxima deste músculo é, por sua vez, proporcional à sua área de secção transversal funcional. Essa mesma área de secção transversal funcional é utilizada em outro modelo deste sistema para rupturas musculares, com uma tensão específica consideravelmente alta por unidade dessa área de secção transversal. O fato de essa área de secção transversal funcional do músculo ser ainda maior significa que sua força isométrica máxima é, consequentemente, ainda maior.

A curva de Hill para este músculo — a mesma curva de Hill que estabelece outro modelo deste conjunto em relação à fadiga muscular — descreve, em vez disso, a diminuição da força final do músculo à medida que sua velocidade de encurtamento aumenta durante uma contração concêntrica: quanto maior a velocidade de encurtamento, menor a força final disponível do músculo. Contudo, quando esse mesmo músculo se alonga enquanto gera essa mesma força durante uma contração excêntrica, sua força final pode exceder até mesmo sua força isométrica máxima.

A relação entre a força final desse músculo e seu comprimento mostra, por outro lado, que essa força máxima ocorre precisamente em um comprimento ótimo específico para cada sarcômero desse músculo: fora dessa faixa de comprimento ideal, a sobreposição entre actina e miosina nesse sarcômero diminui e, com ela, a força final disponível do músculo. O fato de o comprimento desse sarcômero nesse músculo se desviar ainda mais desse comprimento ótimo específico significa que, consequentemente, a sobreposição entre a actina e a miosina nesse sarcômero é ainda mais reduzida.

Portanto, este modelo, com esse músculo esquelético como atuador primário, mostra que a potência mecânica final desse músculo — o produto dessa força e da velocidade de encurtamento desse músculo — atinge seu máximo em uma fração específica da velocidade máxima de encurtamento desse mesmo músculo, exatamente a mesma potência máxima estabelecida por outro modelo neste conjunto em relação à fadiga muscular. Este mesmo modelo de Hill, agora com seu próprio componente elástico em série incorporado, explica a energia que este músculo armazena e libera durante este mesmo ciclo de alongamento-encurtamento, que também é estabelecido por outro modelo neste conjunto — um ciclo crítico, portanto, tanto para correr quanto para saltar com este mesmo músculo esquelético que deu origem a este modelo.

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