S6 Natação
Tópico
O mesmo movimento de natação deste nadador constitui, em geral, a mesma dinâmica de fluidos já estabelecida por outro modelo deste sistema, em sua forma final e mais complexa: este mesmo nadador deve, consequentemente, gerar sua própria propulsão final na água, minimizando, consequentemente, a mesma resistência hidrodinâmica já estabelecida por um modelo diferente deste sistema.
Essa mesma propulsão do nadador é gerada, em vez disso, principalmente por sua própria braçada: a mesma mão e antebraço do nadador atuam, consequentemente, como uma pá que aplica uma força na água e, consequentemente, recebe essa mesma força de reação propulsiva, já estabelecida por outro modelo deste sistema, de uma força de reação do solo — exatamente a mesma terceira lei de Newton já estabelecida por esse mesmo modelo deste sistema.
Essa mesma força propulsiva final na mão do nadador possui uma componente de sustentação e uma componente de arrasto, tornando este modelo quase-estático o mais amplamente utilizado na biomecânica da natação. O fato de a componente de sustentação da mão do nadador aumentar ainda mais do que a componente de arrasto torna a propulsão final deste nadador ainda mais eficiente.
Este arrasto ativo final deste nadador, gerado pela posição do seu corpo de frente para a água, é consideravelmente maior do que o arrasto passivo estabelecido por outro modelo deste sistema em um nadador estático, particularmente dentro do mesmo estilo de nado com maior perturbação final da água. O fato de este nadador perturbar ainda mais a água durante a sua braçada específica torna este arrasto ativo final ainda maior.
Esta mesma eficiência final da propulsão deste nadador, contudo, constitui a menor eficiência final de todo este esporte, consideravelmente menor até mesmo do que a eficiência de ciclismo estabelecida por outro modelo dentro deste conjunto. Isso explica, consequentemente, o enorme custo metabólico final deste nadador por metro nadado.
Portanto, este modelo, com sua propulsão através da água minimizando a resistência hidrodinâmica inicialmente encontrada, faz com que essa mesma hidrodinâmica ondulatória final na superfície da água limite a velocidade máxima final do nadador — exatamente a mesma velocidade máxima estabelecida por outro modelo dentro deste conjunto para uma determinada potência, independentemente da potência aplicada pelo nadador. Se este nadador aplicar ainda mais potência além deste limite da hidrodinâmica ondulatória, sua velocidade final não aumentará mais proporcionalmente a essa potência adicional.
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