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Salto S2 (Atletismo e Esportes Coletivos)

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Esses mesmos saltos atléticos executados por esse atleta — seja um salto em distância, um salto em altura, um salto triplo, uma partida de vôlei ou uma partida de basquete — geralmente incorporam a mesma técnica de salto, o que estabelece um modelo diferente desse sistema baseado no mesmo músculo, no mesmo tendão com seu próprio ciclo de alongamento-encurtamento, nas mesmas articulações do joelho, quadril e tornozelo, e no mesmo centro de massa com sua trajetória final de voo. São precisamente esses mesmos elementos que estabelecem um modelo diferente desse sistema.

Essa mesma execução final de um salto vertical por esse atleta, no entanto, depende quase exclusivamente da velocidade vertical final do seu centro de massa no momento da decolagem, que, por sua vez, depende do impulso líquido final gerado pelo atleta durante a fase de contato. É precisamente essa mesma relação entre impulso e velocidade de decolagem que estabelece um modelo diferente desse sistema. O fato de o impulso líquido desse atleta aumentar ainda mais durante a fase de contato significa que, consequentemente, a velocidade vertical final do centro de massa na decolagem é ainda maior.

Este mesmo ciclo de alongamento-encurtamento, com um contramovimento prévio do atleta, aumenta a altura final do salto em comparação com um salto estático equivalente sem esse contramovimento. Isso se deve principalmente à restituição final da energia elástica nos tendões patelar e de Aquiles — essa mesma restituição, que estabelece um modelo diferente para este sistema — e à potenciação reflexa, que também estabelece um modelo diferente para este sistema. O fato de esse contramovimento prévio ser executado com uma velocidade de alongamento ainda maior significa que, consequentemente, a altura final do salto é ainda maior.

Em um salto em distância realizado por esse mesmo atleta, o ângulo de decolagem final ideal é consideravelmente menor do que o ângulo teórico ideal para um projétil simples. Isso ocorre porque o atleta atinge a decolagem com seu centro de massa já elevado e com uma velocidade horizontal final consideravelmente alta — exatamente a mesma velocidade de aproximação horizontal estabelecida por outro modelo deste sistema para um sprint. O fato de essa velocidade de aproximação horizontal aumentar ainda mais significa que o ângulo de decolagem final ideal é, consequentemente, ainda menor do que o ângulo teórico ideal.

Portanto, este modelo, com sua integração de um movimento de salto envolvendo músculo, tendão, articulações e centro de massa, faz com que a aterrissagem final desse salto exija um trabalho excêntrico considerável dos extensores do joelho e do tornozelo. Essa mesma contração excêntrica, já estabelecida por outro modelo desse sistema, serve precisamente para absorver a energia cinética final da queda e, assim, proteger as articulações do atleta. O aumento adicional na energia cinética final da queda do atleta significa que o trabalho excêntrico final exigido desses extensores torna-se ainda maior, levando essas articulações ainda mais perto de seu limite de tolerância.

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