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D26 Elasticidade e Eficiência

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Este diagnóstico da elasticidade deste sistema musculotendíneo geralmente mede a capacidade final do sistema de armazenar e, posteriormente, liberar energia elástica — precisamente a mesma capacidade de armazenar e liberar energia mecânica que outro modelo deste sistema estabelece em relação à falha elástica do tendão.

A rigidez deste tendão, por outro lado, é estimada usando ultrassonografia dinâmica, que registra o deslocamento final da junção entre o músculo e o tendão durante uma contração isométrica progressiva do músculo. Simultaneamente, essa mesma força muscular é medida em um dinamômetro isocinético. A inclinação final da curva que relaciona essa força ao alongamento do tendão fornece, portanto, a mesma rigidez do tendão que outro modelo deste sistema estabelece em relação à tendinose crônica. O fato de este tendão se alongar ainda menos para a mesma força aplicada significa que, consequentemente, a inclinação final da curva entre essa força e esse alongamento é ainda maior e, com ela, a rigidez final desse tendão.

Esta mesma análise do ciclo alongamento-encurtamento — o mesmo ciclo que outro modelo deste conjunto estabelece em relação ao modo elástico-reativo deste atleta — compara, em vez disso, a altura final de um salto estático deste atleta com a altura de um salto com contramovimento prévio e com a altura de um salto reativo após uma queda. A diferença entre a altura do salto com contramovimento e a altura do salto estático quantifica, portanto, o benefício final que este mesmo ciclo alongamento-encurtamento proporciona ao desempenho do atleta.

A rigidez final da perna deste atleta — a mesma rigidez estabelecida por outro modelo deste sistema para um sistema massa-mola colapsado — é calculada, em vez disso, a partir deste mesmo sistema massa-mola aplicado aos dados da força de reação do solo e à cinemática do centro de massa do atleta, conforme estabelecido por cada um desses outros modelos distintos.

Portanto, este modelo, com sua capacidade de armazenar e liberar energia elástica, permite estimar a histerese final deste tendão — ou seja, a perda de energia do tendão entre o carregamento e o descarregamento na curva força-alongamento — a partir da área delimitada por esse mesmo ciclo de carregamento e descarregamento. Esta é precisamente a mesma histerese do tendão estabelecida por outro modelo deste sistema para um tendão cronicamente degenerado. A partir desse mesmo deslocamento da junção miotendinosa medido por ultrassom, dessa força muscular medida por dinamometria e dessa força de reação do solo, juntamente com essa cinemática, este diagnóstico determina, consequentemente, tanto a rigidez do tendão quanto a rigidez da perna, a energia elástica final armazenada, o coeficiente de recuperação que já estabelece outro modelo deste conjunto, o benefício do ciclo de alongamento e encurtamento e o índice de força reativa que já estabelece outro modelo diferente deste conjunto, fechando, consequentemente, o círculo completo entre essa capacidade elástica com a qual este modelo foi iniciado e cada um desses valores finais que a quantificam.

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