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D25 Atividade Muscular (EMG)

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A eletromiografia geralmente registra a atividade elétrica final do músculo de um atleta como a soma dos potenciais de ação de cada unidade motora ativa dentro desse mesmo músculo. Um eletrodo de superfície captura esse mesmo sinal elétrico de cada um dos músculos superficiais do atleta — exatamente o mesmo sinal elétrico de cada músculo, o que estabelece outro modelo desse conjunto — em uma frequência de amostragem consideravelmente alta.

Esse mesmo processamento padrão do sinal elétrico muscular inclui, primeiro, a retificação de onda completa do sinal, depois a filtragem passa-banda que retém apenas a faixa de frequência relevante para a atividade muscular e, finalmente, o suavização do sinal filtrado usando uma janela deslizante. Juntos, esses processos transformam o sinal elétrico bruto e ruidoso em um envelope final muito mais limpo e utilizável.

Esse sinal muscular final é então normalizado em relação à contração voluntária máxima desse mesmo músculo, permitindo assim uma comparação direta dessa atividade muscular entre dois indivíduos diferentes ou entre dois músculos diferentes do mesmo indivíduo.

O início dessa ativação muscular, conhecido como o início do sinal, determina o tempo final de antecipação desse músculo antes de um determinado impacto, de forma muito semelhante ao tempo de reação eletromecânica já estabelecido por outro modelo deste conjunto referente a uma falha no controle neuromuscular. Essa mesma coativação, por sua vez, quantifica a ativação simultânea de um músculo agonista e seu músculo antagonista — exatamente a mesma coativação muscular que estabelece um modelo diferente deste conjunto referente à dissipação de energia em uma cadeia cinética. O fato de o início dessa ativação muscular ocorrer ainda mais tarde do que o impacto em si significa que, consequentemente, o tempo final de antecipação desse músculo é ainda mais curto.

Portanto, este modelo, com a atividade elétrica inicial do músculo, mostra que a relação final entre esse sinal muscular e a força produzida por esse mesmo músculo é aproximadamente linear durante uma contração isométrica. No entanto, essa mesma relação varia tanto com a velocidade quanto com o comprimento do músculo, exatamente a mesma curva de Hill estabelecida por outro modelo deste conjunto referente à força e velocidade muscular. A partir desse mesmo sinal elétrico bruto do músculo, esta análise determina o nível final de ativação desse músculo em relação à sua contração voluntária máxima, bem como o início de sua ativação, a duração final dessa ativação, sua coativação com o músculo antagonista e o padrão temporal final dessa ativação muscular com o qual este modelo foi iniciado.

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