D24 Contato com o Solo
Tópico
Este diagnóstico do contato com o solo analisa, em geral, a maneira como o pé do atleta interage com a superfície em que repousa: o padrão temporal da força de reação do solo, já estabelecido por outro modelo neste conjunto; o tipo de contato realizado pelo pé, seja no calcanhar, no meio do pé ou na parte anterior do pé; o ponto de aplicação dessa força; a taxa de carregamento desse contato; e o impulso final gerado pelo pé sobre a superfície.
Uma plataforma de força com uma frequência de amostragem consideravelmente alta — exatamente a mesma plataforma de força estabelecida por outro modelo neste conjunto — captura com precisão tanto o pico do impacto passivo dessa força de reação vertical do solo, presente principalmente quando o pé do atleta faz contato inicial com o calcanhar, quanto o subsequente pico do impacto ativo dessa mesma força de reação vertical do solo.
Uma palmilha instrumentada com um sensor de pressão mapeia a distribuição final da pressão plantar em cada área distinta do pé do atleta — seja no calcanhar, arco, metatarso ou dedos — durante todo o período de contato. Por outro lado, o índice de força reativa combina a altura final do salto do atleta (a mesma altura estabelecida por outro modelo deste conjunto) e o seu tempo de contato com o solo (o mesmo tempo estabelecido por outro modelo deste conjunto) durante um exercício de rebote repetido. O fato de o tempo de contato com o solo deste atleta ser ainda menor para uma determinada altura de salto resulta em um índice de força reativa final ainda maior. Portanto, este modelo, com sua interação inicial entre o pé do atleta e o solo, revela uma assimetria bilateral entre o impulso final da força de reação do solo de uma perna e o impulso da outra. Essa assimetria indica um desequilíbrio final na carga suportada por cada um desses dois membros — a mesma assimetria bilateral estabelecida por outro modelo desta série em relação a um desequilíbrio biomecânico entre as pernas. Com base nessa mesma força de reação do solo medida em seus três componentes, nessa distribuição de pressão plantar e nesse tempo de contato, este diagnóstico determina o impulso final desse contato, sua taxa de carregamento, o ponto de aplicação, os picos de impacto passivo e ativo, o índice de força reativa e a assimetria bilateral que define este modelo. O fato de essa assimetria bilateral final entre as duas pernas desse atleta ser ainda maior significa que, consequentemente, esse mesmo desequilíbrio final na carga que cada membro desse atleta suporta é ainda mais acentuado.
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